Como o início dos testes da vacina para o covid-19 podem influenciar na bolsa de valores?

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Em meio a tantas notícias ruins que essa pandemia trouxe até agora, recentemente pairou uma nuvem de otimismo no mundo: uma possível vacina para conter esse vírus.

E essa “injeção” de otimismo tomou conta de muitas áreas e, principalmente da econômica. Os testes promissores com vacinas contra covid-19 trouxeram esperança de uma solução definitiva para a pandemia, aumentando a expectativa de que, as quarentenas impostas para desacelerar a contaminação possam chegar ao fim mais rápido, assim como a crise econômica.

Com essa luz no horizonte, o dia amanhece com índices em patamares positivos, o que deve de fato, refletir no mercado das ações.

Vacina e a Bolsa de Valores no Brasil

De repente, a notícia da vacina, trouxe ânimo aos investidores. Nesse último mês, o principal índice da Bolsa de Valores brasileira, a B3, apresentou supostos sinais de recuperação econômica. Houve uma alta de aproximadamente 2%, motivo para tal acréscimo está associado às evoluções médicas contra o novo coronavírus. E muitas empresas brasileiras tiveram suas ações listadas na bolsa. Citaremos alguns exemplos.

São 30 empresas listadas na B3 que tiveram os maiores aumentos em seu valor de mercado nessa crise e, foram comparadas num período de três meses.

O ranking gerado pelo confronto dos resultados desses dois meses traz destaque para algumas empresas. O Magazine Luiza, por exemplo, ultrapassou a marca de R$ 100 bilhões em valor de mercado. Também estão presentes empresas com significativa atuação em e-commerce como B2W, Lojas Americanas, Via Varejo e a própria Magazine Luiza.

(Fonte: dados baseados em análise feita pelo Henrique Esteter, da Guide Investimentos, em entrevista ao jornal Estadão).

No Exterior, as empresas que se mostraram aptas para a corrida em prol do desenvolvimento da vacina também mostraram aumento em suas ações.

Por exemplo, a Sorrento Therapeutics foi valorizada em 280%, na Bolsa de Nova York (Nasdaq), depois de anunciar ter encontrado um anticorpo totalmente eficaz contra o coronavírus. Tal efeito também foi sentido em outras empresas.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 100 medicamentos estão em fase de desenvolvimento e muitos candidatos a ser a primeira vacina. Mostramos a seguir alguns exemplos bem resumidos dessas empresas que já iniciaram a etapa de testes clínicos.

Moderna Inc.: está avançada no desenvolvimento da vacina. Suas ações registraram 13,46% de crescimento em maio, e 166,77% em 2020, na bolsa de Nova York (Nasdaq). Apesar disso, a empresa vê uma redução gradual de suas ações desde que atingiu uma alta histórica no último dia 18, ao anunciar resultados positivos nos testes do imunizante em pessoas.

Novavax: anunciou o início de testes em pessoas na Austrália. O papel da empresa foi vendido por US$ 48,17. Para se ter uma ideia, até 27 de fevereiro deste ano, a cotação na Nasdaq não havia ultrapassado dois dígitos , US$ 11,80 naquele dia.

Sorrento Therapeutics: aqueceu os mercados internacionais ao redor do mundo, com a notícia da descoberta de um anticorpo totalmente eficaz contra o coronavírus. As ações da empresa saltaram vertiginosamente, de modo que a venda do papel saltou de US$ 2,62, em 14 de maio, para US$ 6,76 no dia seguinte.

Pfizer: empresa de Nova York, desenvolve estudos em torno de um imunizante, em parceria com outra farmacêutica alemã BionNTec SE. Quando anunciou o início dos testes na Alemanha, a empresa operou em alta e fechou o dia com cotação de US$ 35,89 na bolsa de valores de Nova York (Nyse).

Evolução da vacina e o Brasil

A Moderna foi a primeira marca a começar o teste de vacinas contra o novo coronavírus e já está na segunda fase do processo. Ao todo, são mais de 600 mil voluntários humanos já utilizando a vacina. Uma nova etapa será iniciada no dia 27 de julho, com 30 mil pessoas. Na Inglaterra, novos exames também estão sendo realizados. 

De acordo com o site Agência Brasil, os testes em voluntários brasileiros dessa vacina, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, tiveram início no último fim de semana de junho, na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Unifesp, com dois mil voluntários em São Paulo e com mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D’Or.

Fontes: https://br.advfn.com/mundo e http://www.b3.com.br/

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