Radar empresas: Petrobras, IPO da Estapar e resultados em foco

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Petrobras (PETR4) pagará US$472 mi a sócias em 3 áreas no 2º tri após acordos de unitização

A Petrobras pagará 472 milhões de dólares no segundo trimestre a parceiras nas áreas de Lula, Sépia e Atapu, como resultado da assinatura de Acordos de Equalização de Gastos e Volumes (AEGVs), informou a petroleira nesta quarta-feira em fato relevante ao mercado.

Desse modo, o acerto é resultado de Acordos de Individualização da Produção (AIPs), ou unitização, de jazidas compartilhadas nos três ativos.

Dona da Estapar (ALPK3) precifica IPO a R$10,50 por ação, no piso da faixa indicativa

A Allpark, controladora da rede de estacionamentos Estapar precificou nesta quarta-feira sua oferta inicial de ações no piso da faixa indicativa, segundo informações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Portanto, a operação saiu a 10,50 reais por ação, na parte mais baixa do preço estimado pelos coordenadores da oferta, que ia até 13 reais.

Além disso, duas fontes afirmaram que a operação teve demanda suficiente para permitir à empresa vender um lote adicional de papéis. Uma das fontes afirmou que houve demanda por parte de investidores estrangeiros. Desse modo, com a venda das ações, o IPO movimentou 345,3 milhões de reais.

Resultado financeiro impacta negativamente a SulAmerica (SULA11)

A deterioração dos mercados financeiros, somada à redução da taxa Selic média no período, levou a uma redução de 77,1% no resultado financeiro da companhia, em relação ao mesmo período do ano anterior. Dessa forma, o seu lucro líquido caiu 64,3% 1T20, na comparação com o 1T19.

Entretanto, no período em análise a companhia apresentou aumento de 7,2% nas receitas operacionais na mesma base de comparação e o retorno sobre o patrimônio líquido médio foi de 15,3% nos últimos doze meses, ficando 0,8 p.p. abaixo do registrado nos doze meses findos em março de 2019.

GPA (PCAR3) tem prejuízo de R$130 mi no 1º tri, pressionado por compra da colombiana Éxito

O GPA teve prejuízo líquido de 130 milhões de reais no primeiro trimestre, após lucro de 126 milhões obtido na mesma etapa de 2019, refletindo impacto da compra do grupo colombiano Almacenes Éxito, que ofuscou a alta das vendas do período.

Assim, em termos ajustados, o GPA, dono das bandeiras Pão de Açúcar e Extra, teve lucro líquido consolidado atribuível aos controladores de 65 milhões de reais, queda de 60% sobre o desempenho de um ano antes.

SLC Agrícola (SLCE3) registra lucro líquido de R$156,4 mi no 1º tri, alta de 40,4%

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado, no entanto, recuou 19,9% no período avaliado, para 182,8 milhões de reais.

Desse modo, segundo a SLC, o principal fator que contribuiu no avanço do lucro foi a Variação do Valor Justo dos Ativos Biológicos na soja, que aumentou 147,7 milhões de reais versus o primeiro trimestre de 2019.

Fontes: Necton e Terra Investimentos

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