Setor de Aéreas: Avianca possui futuro incerto

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A Avianca Holdings entrou com pedido de recuperação judicial em uma corte em Nova Iorque.

O grupo, que reúne as empresas Avianca (da Colômbia), Tampa Cargo, Aerolíneas Galápagos (Aerogal) e Taca; possui US$ 5,3 bilhões em dívidas e obrigações contratuais e informou que deve buscar ajuda dos governos enquanto tenta renegociar dívidas.

O governo da Colômbia anunciou que está estuda conceder empréstimo à Avianca. A companhia é a maior aérea do país e responde por mais da metade de seus vôos.

A empresa também espera receber apoio de El Salvador e Equador.

Ainda, a Avianca possui US$ 66 milhões em títulos sem garantia, com vencimento para esse mês, quantia que o grupo não possui liquidez para pagar, de acordo com seu diretor financeiro.

Ela pretende continuar operando durante a recuperação judicial, que pode durar de 12 a 18 meses, visando preservar operações e empregos.

Impacto: Negativo. A situação já estava bastante conturbada para a Avianca, que vinha reunindo uma grande quantia de dívidas. Com o coronavírus e seus efeito drásticos sobre o setor de companhias aéreas, a empresa se viu em um cenário ainda mais complicado, e teve de entrar com pedido de recuperação judicial. A Avianca possui US$ 5,3 bilhões em dívidas e obrigações contratuais, além de US$ 66 milhões em títulos sem garantia.

Com menos assentos à venda, passagens devem ficar mais caras

De acordo com a Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata), viajar de avião, após a pandemia, pode ser até 50% mais caro do que costumava ser antes.

Logo na reabertura, a expectativa é de que a demanda seja baixa, e por isso, a competição entre as companhias aéreas seja bastante acirrada, o que pode levar os preços para baixo.

No entanto, com o passar do tempo, estas poderão ser pressionadas para manter o distanciamento social, colocando à venda apenas alguns dos assentos de seus aviões.

Ainda, novas operações de embarque e desembarque, que visam o menor contato entre os passageiros, poderão ser adotadas; como medir a temperatura dos passageiros, limitar sua movimentação durante o voo, realizar o controle da fronteira de maneira mais rígida.

Estas novas operações poderão ser duas ou três vezes mais demoradas.

Os preços deverão cair em 1 a 3 anos após possuírem o medicamento contra o vírus.

Impacto: Negativo. Seguindo o isolamento social entre seus passageiros, para que estes viagem de maneira segura, surge a necessidade de alocar menos passageiros nas aeronaves além de aumentar regras e controles, o que pode fazer com que os procedimentos de embarque e desembarque demorem o dobro do temp. Além disso, logo após a reabertura, as demandas deverão continuar fracas por um período, o que aumenta a competitividade entre as companhias e leva a briga de preços baixos.

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