MANHÃ DO MERCADO: Fed x Treasury

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🌎 CENÁRIO EXTERNO

FED X TREASURY

Mercados

Na Ásia, ativos de risco encerraram a semana da mesma forma mista que têm se movimentado ao longo dos últimos dias, sem grandes destaques. Enquanto isso, índices de mercado europeus amanheceram com viés levemente altista: o Stoxx 600, índice que abrange uma gama de ativos de risco da região, registra variação positiva de 0,6% até o momento. Em NY, índices futuros ensaiam se recuperar de uma madrugada predominantemente negativa, operando próximos da estabilidade, enquanto o dólar (DXY) registra leve alta contra os seus principais pares. Na fronte das commodities, ativos retomam trajetória altista de maneira generalizada. O preço do petróleo (Brent crude) avança 0,8%, negociado próximo dos US$ 44,50/barril.

Sem direção

Na falta de grandes novidades, mercados globais se movimentam sem direção única na manhã desta 6ªfeira. Enquanto ativos europeus amanheceram em tom de recuperação, índices futuros nos EUA recuperam perdas desta madrugada. Um embate institucional, que adiciona às já elevadas incertezas que regem o quadro político nos EUA, foi o principal culpado pelo fraco desempenho dos seus índices até o momento.

Fed x Treasury

O fato que pressionou ativos mais cedo nos EUA foi um desentendimento extraordinário entre o Tesouro americano (US Treasury) e o Federal Reserve (BC americano), onde o primeiro solicitou que a autoridade monetária encerrasse alguns de seus programas emergenciais de crédito e devolvesse os recursos (cerca de US$ 450 bilhões) que não foram usados para que o Congresso pudesse reaproveitar para impulsionar outras áreas da economia. O Fed, no entanto, ao reforçar a importância da manutenção de tais programas frente à nova onda de contaminações que se concretizou no país, declinou o pedido. Apesar do mercado não avaliar tal impasse como algo duradouro, o fato serve para reforçar o quadro de incerteza com relação não só à coordenação das instituições – algo considerado como imprescindível durante uma crise –, mas também a probabilidade de aprovação de mais estímulos fiscais na maior economia do mundo até o final do ano.

Na agenda

Em dia que contará com uma agenda econômica praticamente esvaziada, o protagonismo deve ficar com a leitura preliminar de novembro do índice de confiança do consumidor nos EUA (12h), elaborado pela Universidade de Michigan.

CENÁRIO BRASIL

Equipe econômica desconversa sobre possível 2ª onda de contágio

Bolsonaro critica OMS e OMC

Equipe econômica desconversa sobre 2ª onda… A equipe econômica ainda acredita que uma 2ª onda de contágio do coronavírus é improvável. Segundo o ministro Paulo Guedes (Economia), os sinais de alerta sobre o aumento de casos registrados e maior ocupação de leitos em hospitais privados e públicos “não é um fenômeno geral”. “Se a doença vier, já sabemos como temos que agir, mas não é o nosso plano”, afirmou o ministro. Mais cedo nesta semana, o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida; afirmou que a possiblidade de uma 2ª onda é baixíssima, já que vários estados já atingiram ou devem em breve atingir a imunidade de rebanho. Segundo o secretário, com 20% de infectados o Brasil já atingirá a tal imunidade de rebanho.

São Paulo não fará lockdown

Segundo o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, o estado não deve retroceder a uma etapa mais restritiva do isolamento social, além de descartar totalmente a possiblidade de um lockdown, o grau mais restritivo das medidas de contenção do vírus. “Temos leitos e respiradores disponíveis, temos hospitais habilitados e índices que não nos revelam qualquer necessidade de retroceder no Plano São Paulo”, afirmou o infectologista. Segundo dados da secretária, mais de 80% dos leitos reservados para pacientes de covid-19 estão disponíveis. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ecoou o mesmo sentimento mais cedo na semana. “Não há razão para pensar em fechamentos neste momento, temos de continuar com as avaliações diárias e priorizar as avaliações dia a dia”, afirmou o governador.

Reservas para reduzir dívida pública

O ministro Paulo Guedes (Economia) abordou a possibilidade de usar reservas cambiais para diminuir a dívida pública. O endividamento do governo deve atingir 96% do PIB até o final do ano. O Brasil tem hoje US$ 355,5 bilhões em reservas internacionais. Segundo Guedes, uma pequena parte deste montante pode ser usado, em conjunto com várias outras ações, para reduzir o endividamento do país. “Nossa lógica é muito simples. A dívida tem que cair. E a maneira de fazer isso é vender ativos, privatizar, desalavancar bancos públicos, reduzir dívida interna e até vender um pouco de reservas”, afirmou o ministro.

Na agenda

Não existem indicadores relevantes a serem divulgados ao longo do dia.

E os mercados hoje?

Mercados globais amanheceram sem direções claras, com leve viés positivo podendo ser verificado na zona do euro. Nos EUA, índices futuros oscilam frente à avaliação de um novo embate institucional. No Brasil, o destaque fica para as falas de Paulo Guedes, que reforçaram o compromisso do governo com o fiscal ao mesmo tempo em que voltou a antecipar as ações do Banco Central – fato que poderá levar a uma nova apreciação do real na abertura. Desta forma, a falta de novidades esperadas para esta 6ªfeira deverá manter o mercado operando em linha com o exterior e, portanto, esperamos uma abertura com viés neutro/positivo para ativos de risco brasileiros.

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