Bolsa não é só o Ibovespa. Veja onde investir além do índice segundo Rico

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O Ibovespa é uma carteira teórica, que serve como “termômetro” de como está o desempenho das principais empresas da bolsa brasileira. Sua composição é montada a partir do valor de mercado das empresas e do volume financeiro que elas movimentam em bolsa e, atualmente, temos 69 ações na carteira, com os bancos (Itaú, Bradesco, Banco do Brasil), Petrobras e Vale respondendo por 42% da composição atual.

Quando pensamos nas maiores empresas do Brasil, a maioria delas estão no Ibovespa e por estarem antecipando a recuperação da economia, é plausível o Ibovespa estar com alta em 2019… mas isso não significa que o Ibovespa representa todo nosso mercado: bolsa não é só Ibovespa. Ibovespa não é toda a nossa bolsa.

Como vocês podem ter visto, 42% da carteira do Ibovespa está em 3 grandes bancos e em duas empresas cujo principal produto vendido depende mais da economia global do que da nossa dinâmica interna. Ou seja, por mais que elas sejam as principais empresas do Brasil, elas não refletem exatamente a nossa realidade econômica.

Se o Ibovespa não é uma carteira tão doméstica assim, a solução pode estar em um outro índice que comentamos muito ao longo de 2019 para os investidores que não tinham muito capital para seguir nossas carteiras recomendadas: o SMAL11. Este é o código do ETF (fundo de índice, na sigla em inglês) que acompanha o índice de Small Caps, que são empresas com menor valor de mercado e que movimentam menos capital na bolsa. Enquanto o BOVA11, etf que acompanha o Ibov, tá subindo, o SMAL11 sobe quase o dobro. Por que?

Tornando curta uma longa história: ações como um todo estão indo bem por causa do ciclo de queda de juros mundo afora. Mas neste momento, enquanto o mundo passa por um processo de desaceleração após um longo ciclo de crescimento, o Brasil está querendo iniciar uma retomada econômica após uma das suas mais graves crises. Com isso, empresas mais “tupiniquins” têm maior potencial para expandir seus lucros nos próximos trimestres do que aquelas mais globalizadas.

Mas não é só isso

i) small caps tendem a estar na “segunda onda” de um mercado de alta, pois os investidores aproveitam na “primeira onda” aquelas empresas mais óbvias (a maioria no Ibovespa);

ii) como empresas domésticas sofreram mais na crise, há um espaço maior para crescer;

iii) empresas menores têm por si só maior potencial de crescimento – uma analogia simples para explicar isso: é mais fácil um banco de 2 mil clientes duplicar a sua base do que um Itaú ou Bradesco.

Conclusão: se você quer investir em ações pensando na recuperação do País mas quer escolher um ETF pois não tem muito capital ou não quer fazer “stock picking” (seleção de empresas), o SMAL11 pode ser uma alternativa mais alinhada aos seus interesses do que o BOVA11.

Elaborado por: Thiago Salomão, CNPI-P 1399 Matheus Soares, CNPI 1969 – Rico Investimentos

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