Confira a análise do BTG para o FII RBR Properties (RBRP11) que faz parte da sua carteira recomendada. Sendo assim, a equipe de analistas destaca que o fundo possui excelente gestão e boa liquidez.
BTG recomenda RBRP11
De acordo com o BTG, o RBR Properties é um fundo híbrido que investe em diferentes tipos de imóveis, como lajes corporativas e galpões logísticos, em participações diretas ou indiretas (cotas de outros fundos imobiliários).
Além disso, outra parte da estratégia é investir em ativos de renda fixa (CRIs e LCIs), bem como aportar uma pequena parte do patrimônio em incorporações, buscando surfar o ciclo de expansão do mercado imobiliário.
A recomendação para o RBRP11 segue os seguintes pilares:
- carteira diversificada em vários ativos imobiliários;
- alocações que geram valor ao cotista;
- excelente gestão;
- flexibilidade para investir conforme o surgimento de oportunidades; e
- boa liquidez.
Portfólio do fundo:
Conforme o relatório do BTG, o fundo possui uma política de alocação bastante flexível, com possibilidade de investimentos em diversos ativos imobiliários, por meio de diferentes veículos.
Assim, esse tipo de estratégia é bastante adaptável a diferentes momentos do ciclo imobiliário e tem a capacidade de capturar oportunidades de curto prazo com alocações táticas.
Contudo, o portfólio é pulverizado e dividido em quatro principais nichos: ativos de tijolo, cotas de outros fundos imobiliários, ativos em desenvolvimento e caixa. A parte majoritária da carteira imobiliária está localizada em São Paulo e é atrelada a contratos típicos.
Portanto, no cenário de retomada do setor imobiliário, acreditamos no reajuste positivo nos contratos de aluguel no longo prazo, conforme as renovatórias do fundo forem acontecendo.
Gestão:
Segundo o BTG, a gestão do fundo é feita pela RBR Asset Management. Os gestores possuem larga experiência no setor imobiliário e o processo de análise das alocações é rigoroso e diligente. Adicionalmente, os sócios possuem participação nos fundos da casa, o que alinha os interesses do fundo com os do cotista.
Riscos:
Assim, os principais riscos do fundo são de crédito, vacância e mercado.
Desse modo, a eventual insolvência dos locatários pode acarretar atraso ou calote dos aluguéis.
Já o risco de vacância está relacionado com a rescisão do contrato e desocupação dos inquilinos, o que impactaria a rentabilidade do fundo. Por fim, o risco de mercado, com flutuações no valor das cotas.
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