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Quem diria: a retrospectiva do Spotify levantou a questão

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Eu não sei vocês, mas sou uma ouvinte de música assídua. Faço exatamente tudo ouvindo uma boa playlist: trabalho, estudo, arrumo a casa, e por aí vai. Como toda boa amante de música, eu – assim como milhões de pessoas no mundo – utilizo um streaming; nesse caso, o Spotify!

E claro, se você tem instagram e o utiliza com bastante frequência, com certeza viu uma movimentação bem peculiar nos stories da plataforma na última semana. Algumas dezenas de milhões de pessoas costumam compartilhar sua retrospectiva do ano, disponibilizada anualmente pela plataforma. 

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Mas calma que eu não enlouqueci e resolvi falar sobre músicas do nada. Nessa retrospectiva, apareceu uma palavrinha que muitos se perguntaram o significado. No card mostrado à todos os usuários dizia “enquanto todo mundo tentava entender o que é NFT, uma música não saia do seu repeat” e então a música personalizada de cada usuário – no caso a mais tocada pela pessoa no ano – aparecia.

Simplesmente recebi uma chuva de perguntas sobre o que é esse tal de NFT. E bom, como nas segundas essa coluna normalmente foca em alguma matéria sobre tecnologia, empreendedorismo, e afins, achei a deixa perfeita para esclarecer algumas coisinhas sobre o tema.

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Para começar, NFT é um Non-fungible Token, na tradução, um token não fungível; ou seja, um tipo de certificado criptográfico ligado a um produto digital.

No mínimo complicado, eu sei. Mas vamos por partes! Um token é basicamente um registro de um ativo em formato digital. Ele funciona como um contrato que garante sua autenticidade. No caso das criptomoedas, basicamente é uma chave que identifica o criptoativo em uma rede segura.

No caso do NFT, ele é um tipo especial de token que se diferencia por ser não fungível, ou seja, é único, exclusivo e não pode ser reproduzido.

Na economia nós costumamos aprender que os ativos fungíveis são aqueles que podem ser trocados sem nenhuma alteração no valor, como uma nota de R$100 trocada por duas notas de R$50, ou um Bitcoin trocado pelo seu valor em reais. Isso porque o NFT tem um valor único, seguindo a mesma linha de raciocínio de uma obra de arte, por exemplo.

Concluindo, o NFT é um código de computador que autentica um produto digital e garante que ele é único, através da ideia de “selo de propriedade” sobre o ativo. Agora ficou mais claro?

E se você está se perguntando se as criptomoedas, como o bitcoin e o ethereum, são uma NFT, a resposta é não! Se você enviar um Bitcoin para alguém, a pessoa poderá lhe devolver uma unidade da criptomoeda, e você continuará tendo o mesmo valor. Além disso, as criptomoedas também são divisíveis, já que é possível enviar frações de bitcoin para alguém, por exemplo.

Mas porque afinal as pessoas compram e se interessam pelos NFTs? Basicamente a resposta está na valorização costumeira de itens originais e exclusivos. O que faz todo sentido!

Caso você se interesse por essa nova classe de investimentos, deixo um aviso: esse segmento está sujeito à alta volatilidade do mercado. Isso ocorre porque é uma classe nova, e os ativos digitais ainda estão passando por um período de formação de preços.

Além disso, a liquidez é baixa, e há a necessidade de se ficar atento quanto às possíveis fraudes.

Obviamente que existem também vantagens, como o potencial de valorização, a própria escassez do produto, e a facilidade, já que esse ativo pode ser transferido para qualquer lugar do mundo em questão de minutos.

E aí? Consegui te deixar pensativo sobre o assunto?

Até quarta-feira!

Tayllis Zatti

Tayllis Zatti

Graduanda em Ciências Atuariais pela UFRGS, associada à Apimec Sul, Redatora de Conteúdo no Acionista e colunista do Blog Mulher na Bolsa. Tem como motivação diária descomplicar a linguagem do mercado e levar conteúdo de qualidade para que os brasileiros sejam cada vez mais educados financeiramente. Instagram: @tay.zatti

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