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Juros pressionam as Bolsas; como construir uma carteira com estratégia indexada?

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O primeiro trimestre de 2024 trouxe consigo uma revisão das expectativas dos investidores em relação às estratégias internacionais. Enquanto o FOMC, o banco central americano, adiou o início do ciclo de redução dos juros, os ganhos com um estratégia indexada continuam chamando a atenção dos investidores. Embora muitos tenham se desiludido com o desempenho anterior, a consistência dos retornos recentes tem despertado novamente o interesse nessa classe de ativos.

A Complexidade da Estratégia Indexada

A questão que surge agora é: como incorporar efetivamente estratégias internacionais e nacionais, especialmente por meio de ETFs e produtos indexados, em um portfólio de investimentos? Qual tem sido o desempenho dessas estratégias no médio e longo prazo? Ao abordar essa questão, é essencial adotar uma abordagem holística do portfólio, considerando não apenas os produtos, mas também como eles se alinham aos objetivos individuais de investimento. Para isso, em Seleção Acionista, filtramos as principais recomendações para ajudar na sua construção global diversificando com ETFs, veja por aqui.

Oportunidade: Construindo um Portfólio Resiliente

Para muitos investidores, a alocação internacional pode ser um território desconhecido. No entanto, começar pequeno e gradualmente aumentar a exposição pode ser uma estratégia eficaz. Não há uma porcentagem única de alocação internacional que sirva para todos; em vez disso, é crucial encontrar um equilíbrio que se alinhe aos objetivos financeiros e à tolerância ao risco.

Ao considerar o valor agregado das estratégias internacionais, é importante observar não apenas os retornos, mas também os custos e a liquidez. Embora a inclusão de investimentos internacionais possa aumentar ligeiramente os custos de gerenciamento, a diversificação resultante pode reduzir significativamente a volatilidade da carteira e fornecer uma proteção contra choques do mercado local. Bem como, aproveitando a tendência macroeconômica e os movimentos da moeda (câmbio).

Expandindo os Horizontes de Investimento

Por fim, a diversificação internacional oferece não apenas oportunidades de crescimento, mas também uma camada adicional de proteção contra a volatilidade do mercado local. Ao incorporar estratégias internacionais em um portfólio de investimentos, os investidores podem construir uma base sólida para o sucesso financeiro a longo prazo.

Para aproveitar ao máximo essa informação, avalia cuidadosamente sua tolerância ao risco, objetivos financeiros e horizonte de investimento. Afinal, o investimento em ETFs faz mais sentido quando você consegue esperar pelos ciclos econômico, ou seja, um ou mais anos.

Neste momento, estamos vivendo a tentativa de troca de ciclo, com bancos centrais buscando encontrar o melhor momento para voltar a estimular a economia. Portanto, começar com uma alocação modesta e aumentar gradualmente a exposição internacional e nacional pode ser uma abordagem prudente.

Quer saber quais as recomendações para investir na ETFs? Veja a nossa seleção de ETFs e BDRs de ETFs para você validar a inclusão na seu estratégia, por aqui.

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Gustavo Guerses

Especialista em Investimentos e Gestão CEA; CFG e CGA pela Anbima, Corretor de Capitalização Seguros e Previdência pela ENS, Promotor de Crédito e Correspondente no País pela ANEPS e Conselheiro do Portal Acionista. Buscando melhorar os seus investimentos? Contato WhatsApp.
Wealth Manager CEA CEA
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