IPP apresenta variação de 0,61% em junho, mostra IBGE

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que os preços da indústria subiram 0,61% em junho, na comparação com maio. O acumulado no ano chegou a 3,94%, enquanto em 12 meses ficou em 6,38%. No mês, 11 das 24 atividades apresentaram altas de preços, contra 15 em maio.

Em junho, os preços da indústria variaram, em média, 0,61 % em relação a maio. As quatro maiores variações observadas se deram entre os produtos compreendidos nas seguintes atividades industriais: refino de petróleo; e produtos de álcool (17,07%), fumo (-6,08%), calçados e artigos de couro (-5,82%) e outros equipamentos de transporte (-4,25%). Em termos de influência no resultado geral; sobressaíram refino de petróleo e produtos de álcool (1,12 ponto percentual), metalurgia (-0,21 p.p.), alimentos (-0,20 p.p.) e indústrias extrativas (0,17 p.p.).

O acumulado no ano atingiu 3,94%, ante 3,31% em maio. Entre as atividades que tiveram as maiores variações percentuais neste indicador, destaque para refino de petróleo e produtos de álcool (-25,37%); outros equipamentos de transporte (17,71%), madeira (14,47%) e metalurgia (14,41%). Os setores de maior influência foram refino de petróleo e produtos de álcool (-2,70 p.p.), alimentos (1,88 p.p.), metalurgia (0,84 p.p.) e outros produtos químicos (0,53 p.p.).

No acumulado em 12 meses, a variação de preços foi de 6,38%, contra 4,55% em maio. As quatro maiores variações de preços ocorreram em outros equipamentos de transporte (23,96%); refino de petróleo e produtos de álcool (-19,24%), alimentos (17,38%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (16,50%). Nesse indicador, os setores de maior influência foram alimentos (3,85 p.p.); refino de petróleo e produtos de álcool (-1,94 p.p.), metalurgia (0,66 p.p.) e veículos automotores (0,55 p.p.).

Em junho de 2020, a variação de preços de 0,61% frente a maio repercutiu da seguinte maneira entre as Grandes Categorias Econômicas: -1,64% em bens de capital; -0,37% em bens intermediários; e 2,51% em bens de consumo, sendo que 0,66% foi a variação observada em bens de consumo duráveis e 2,91% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis. A influência: -0,13 p.p. de bens de capital, -0,20 p.p. de bens intermediários e 0,94 p.p. de bens de consumo. No caso de bens de consumo, 0,04 p.p. se deveu às variações de preços observadas nos bens de consumo duráveis e 0,90 p.p. nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis.

No acumulado no ano, as variações de preços da indústria acumularam, até junho, variação de 3,94%; sendo 9,53% a variação de bens de capital (com influência de 0,71 p.p.), 4,84% de bens intermediários (2,59 p.p.) e 1,63% de bens de consumo (0,64 p.p.). No último caso, este resultado foi influenciado em 0,32 p.p. pelos produtos de bens de consumo duráveis e 0,32 p.p., pelos bens de consumo semiduráveis e não duráveis.

Nos últimos 12 meses, a variação de preços da indústria alcançou, em junho, 6,38%, com as seguintes variações: bens de capital, 12,94% (0,96 p.p.); bens intermediários, 5,14% (2,81 p.p.); e bens de consumo, 6,88% (2,62 p.p.), sendo que a influência de bens de consumo duráveis foi de 0,43 p.p. e a de bens de consumo semiduráveis e não duráveis de 2,19 p.p.

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