A sociedade tem avançado na discussão de diferentes tipos de vivências nos últimos tempos. Hoje, a proposta da Rio Bravo é trazer à tona e dar visibilidade a discussão sobre o autismo.
O Transtorno do Espectro Autista é uma síndrome que impacta a capacidade de interação social, de comunicação, e de outros aspectos do comportamento da pessoa que o tem.
O autismo molda de forma única a vivência da pessoa que nasce com essa condição e impacta a maneira como ela tem suas relações. É uma das formas de neurodiversidade mais estudadas pelos especialistas nos dias de hoje.
4 fatos sobre o autismo que você precisa saber
Autismo e etnia
Os autistas podem ser pessoas de todas as etnias, de todas as raças, de todas as origens de todas as idades;
Diagnóstico tardio
Apesar de ser mais frequentemente associado à infância, o autismo também se manifesta em adultos. É cada vez mais comum que pessoas recebam um diagnóstico tardio após buscar entender melhor esse fenômeno, com auxílio da observação de sinais que apresentam;
Condição única e particular
Por se tratar de uma condição altamente variável, nenhum autista é igual ao outro. É necessário, portanto, termos a desenvoltura de tratar a pessoa autista com o devido respeito e ter em mente que esta tem suas necessidades próprias e únicas;
Recomendações importantes
Não é correto presumirmos que uma pessoa é autista por apresentar qualquer comportamento, assim como não é correto presumir que uma pessoa não tem autismo por não apresentar um sinal. Esta condição é diagnosticada por profissionais com base em observações sobre a capacidade de interação social do paciente.
Qual é a atuação do governo para auxiliar pessoas com autismo?
A lei 12.764/2012 determina que a pessoa com transtorno do espectro autista é considerada pessoa com deficiência para todos os efeitos legais.
Ademais, o Transtorno do Espectro Autista está enquadrado no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015), que tem como objetivo assegurar as liberdades individuais e fundamentais das pessoas com deficiência.
Somam-se a estes dispositivos aqueles garantidos pela Constituição Federal de 1988, como especificados na Dica da Semana do dia 8 de setembro, e na legislação vigente que se aplique às PCD como um todo.
Entenda como lidar com a neurodiversidade
Importante ressaltar que o autismo não é uma doença: trata-se de uma das diversas formas de neurodiversidade que o ser humano pode apresentar, e por isso mesmo, não tem cura. Da mesma forma, o autismo não se desenvolve ao se vacinar alguém.
Em casos específicos, é possível manter o bem-estar da pessoa autista com terapias recomendadas por um profissional habilitado. É comum que pessoas autistas sejam acompanhadas por uma equipe de profissionais de diferentes áreas, com o intuito de garantir que esta tenha uma boa qualidade de vida.
As pessoas autistas são capazes de viver da maneira que desejam, de desempenhar qualquer profissão, e de conviver normalmente com todos.
Tudo aquilo de que precisam é que sejam devidamente respeitadas e incluídas na sociedade como um todo, levando-se em conta suas necessidades.
Lembre-se: a diferença está no detalhe, empatia é fundamental e sempre é tempo de mudarmos nossa forma de pensar e agir.
Aguarde, na próxima sexta-feira, mais dicas para você.
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