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1º semestre chegando ao fim com bolsa patinando e sem corte de juros nos EUA

Imagem: Freepik

E o primeiro semestre de 2024 entra no seu último mês e toda a estimativa de um ano pra lá de maravilhoso pós-pandemia e ameaça de uma recessão global, parece não ter acontecido até agora. Conforme analistas do Inter, foram os meses mais voláteis dos últimos anos, iniciando com apostas de seis cortes nos juros norte-americanos e encerrando maio com alguns agentes descartando qualquer corte este ano, dada a robustez da economia dos EUA.

No Brasil, a bolsa patina com queda acumulada de quase 10% no ano, mesmo com o alto patamar das commodities, quebrando uma correlação positiva de anos. Após a última reunião do Copom, que demonstrou divergência entre os membros quanto ao ritmo de cortes na Selic, as expectativas de inflação desancoraram. 

Nos EUA, a curva de juros ajustou e puxou consigo as demais curvas globais, mas, apesar do cenário de juros altos por mais tempo, a liquidez global seguiu elevada e também o apetite ao risco. Em 2024 além dos criptoativos que avançam fortemente, o Bitcoin, por exemplo, já acumula alta de mais de 60%.

“Essa dicotomia entre restrição e excesso de liquidez levanta duas vertentes: os juros mais altos na maior economia global talvez tenham sido absorvidos como um novo normal ou o mercado já se antecipou ao pós-ciclo de cortes e ignorou o momento restritivo atual. De qualquer maneira, a resposta das bolsas é clara. Mesmo com juros altos, os índices seguem em máximas históricas, com S&P 500 e Nasdaq sendo acompanhados por Nikkei e o Hang Seng em Hong Kong. Em comum?! A grande representatividade de empresas do setor de tecnologia envolvidas na tese de Inteligência Artificial que, apesar de vir perdendo força após os resultados estonteantes de Nvidia, ainda prevalece. Até o Dow Jones se juntou ao não tão seleto grupo e bateu a máxima de 40 mil pontos no mês”, comentam os analistas do Inter.

Por aqui, segundo eles, o cenário político interno atrapalha com as incertezas quanto às contas públicas. Enquanto o investidor busca alternativas ao já caro mercado dos EUA, diversificando nos emergentes, “estamos ficando para trás, apesar dos níveis depreciados dos ativos locais, vis-à-vis as expectativas de lucros e balanços sólidos das companhias.”

Commodities em alta dá esperança

O relatório da Guide para junho é bem claro: as commodities estão no foco. “Estamos mantendo um portfólio diversificado, incluindo empresas que ganham com a queda dos juros e também produtores de commodities, que estão se beneficiando da alta das commodities no mercado internacional”, justificam os analistas.

Além disso, eles destacam que a inflação no Brasil segue em queda e que isso favorece a continuidade do ciclo de corte de juros, embora, como se sabe, menores. Já nos EUA, os dados de inflação têm sido menos favoráveis, mas a Guide acredita que por lá o corte de juros deve começar em breve, e também na Europa. “O preço do petróleo, do minério de ferro, cobre e celulose vem mostrando alta nos últimos meses, o que é positivo para o Ibovespa”, comentam.

Carteira da Guide –  Em maio a carteira Top Picks entregou resultado negativo de -4,77%, enquanto o índice de referência (IBOV) fechou em queda de -3,04%. Portanto, o desempenho da carteira foi inferior em -1,73 p.p. ao IBOV. “O destaque positivo da carteira foi BRFS3 com alta de 10,07% enquanto a maior baixa foi SUZB3 com queda de -16,7%.”

Suzano (SUZB3) cai fora da carteira da Guide

Assaí (ASAI3), Cyrela (CYRE3), Lojas Renner (LREN3) e Suzano (SUZB3) foram substituídas por Totvs (TOTS3), Petrobras (PETR4), C&A (CEAB3) e Klabin (KLBN11). Conforme o relatório da Guide, a gigante centenário Suzano foi substituída por Klabin em função dos riscos associados à M&A na Suzano: a depreciação do Real e a elevação nos preços da celulose devem beneficiar a Klabin, ainda que em menor grau que a Suzano. “Contudo, a Klabin não possui o risco de realizar uma grande operação de M&A no curto prazo.”

Sobre as outras alterações, os analistas afirmam que apesar da queda das ações do Assaí nos últimos meses, acreditam que Totvs vem apresentando resultados melhores e suas ações devem continuar tendo melhor desempenho. A Cyrela foi retirada e adicionando Petrobras visando reduzir a exposição à taxa de juros e aproveitar da correção recente de Petrobras. Também estamos substituindo Renner por C&A em função dos resultados mais fortes da C&A nos últimos trimestres. 

Recomedações: C&A (CEAB3); BRF (BRFS3); Sabesp (SBSP3); Rede D’or (RDOR3); BTG Pactual (BPAC11); Klabin (KLBN11); Vale (VALE3); Totvs (TOTS3); Weg (WEGE3); Petrobras (PETR4)

Ativos brasileiros não acompanharam as bolsas globais, diz Genial

Enquanto as bolsas do mundo crescem, no Brasil retrai. Essa é a ótica da Genial. “Apesar da alta das principais bolsas globais em maio, os ativos brasileiros não foram capazes de acompanhar esse movimento de recuperação, diante dos desafios fiscais e da falta de confiança do investidor.”

Para os analistas da Genial, este cenário faz com que eles sigam conservadores nas escolhas, “priorizando ações que tenham uma maior correlação com o dólar, sejam defensivas ou cujos ciclos microeconômicos sejam positivos”.

Curva de Juro – Conforme a Genial, este desempenho inferior do mercado brasileiro em relação às bolsas do exterior, foi bastante influenciado pela abertura da curva de juros em maio, refletindo expectativas de que não há mais espaço para redução da Selic neste ano, e uma pequena probabilidade de elevação a partir de 2025. 

Isso ocorre devido a uma forte deterioração das expectativas de inflação para os próximos anos, causada pela situação das contas públicas, que mostram um quadro bastante complexo e sem sinalização de melhora à frente. “Assim, o investidor passou a exigir um maior prêmio de risco para alocação em ativos brasileiros”, comentam os analistas.

Estratégia da Genial para junho

Empresas Exportadoras: Mesmo com o cenário volátil para um posicionamento em commodities, existe espaço para valorização desses ativos, o que poderia influenciar positivamente as ações ligadas. Outro ponto que faz seus analistas manterem uma posição é a maior correlação com o dólar, diante da necessidade de um portfólio mais conservador.

Empresas Domésticas: Os analistas são seletivos nas escolhas de empresas ligadas ao setor doméstico, diante da situação fiscal e da desconfiança do investidor sobre os fundamentos do Brasil, que está elevando a curva de juros. “Acreditamos que os maiores potenciais de nossas carteiras estão concentrados nessas empresas, porém, nas escolhas, optamos por priorizar aquelas mais defensivas ou diante de um ciclo microeconômico mais favorável.”

Dolarização da Carteira: Com o dólar se fortalecendo globalmente, embora não vejam um amplo espaço para valorização significativa frente ao real, aumentaram o nível de dolarização das carteiras. “Esta decisão é baseada na compreensão de que empresas mais conservadoras podem se beneficiar deste cenário de um dólar mais forte internacionalmente”.

A carteira da Genial – A carteira Ibovespa 10+ apresentou uma alta de 2,03% no mês de maio. No ano de 2024 a carteira apresenta rentabilidade negativa de -16,99% contra uma baixa de -9,01% do Ibovespa. Em relação ao mês de maio, saíram as ações da Brasil Agro (AGRO3), Aura Minerals (AURA33), Cemig (CMIG4), Petro Rio (PRIO3) e Weg (WEGE3). Com Inclusão das ações da Méliuz (CASH3), CPFL Energia (CPFE3), Hapvida (HAPV3), Odontoprev (ODPV3) e Taesa (TAEE11).

PagBank faz trocas por causa dos juros

Os analistas do PagBank  justificam a troca da Iguatemi pela Rede D’Or na sua carteira para junho em vista das incertezas em relação ao cenário de juros no Brasil. “Buscamos com essa mudança reduzir um pouco a sensibilidade da carteira em relação aos juros.” 

Recomendações: Assaí (ASAI3); Copel (CPLE6); Cyrela (CYRE3); Itaú (ITUB4); Petrobras (PETR4); Rede D’Or (RDOR3); Sabesp (SBSP3); Tim (TIMS3); Totvs (TOTS3); Vivara (VIVA3).

Já a Ativa, resume suas escolhas para junho assim: 

  • Fluxo estrangeiro que pode vir com o ciclo de corte de juros pelo Fed nos EUA ainda muito dependente dos próximos dados de inflação e mercado de trabalho (mais volatilidade);
  • queda da Selic deve parar em patamar acima do projetado anteriormente; 
  • cenário político local piorando, trazendo incertezas quanto ao fiscal;
  • valuation das empresas ainda em níveis atrativos, validado após a temporada de resultados do 1T24, gerando revisões altistas para o lucro esperado da bolsa. 

Recomendações: VALE3 Vale; PETR4 Petrobras; ITUB4 Itaú, CPLE6 Copel; SBSP3 Sabesp; BBDC4 Bradesco; ASAI3 Assaí; ABCB4 Banco ABC; GGBR4 Gerdau; JBSS3 JBS; LREN3 Lojas Renner; MELI34 Mercado Livre; RENT3 Localiza; VBBR3 Vibra; NTCO3 Natura & Co.

Para o BTG pactual, o cenário desafiador está precificado

Se a esperança é  a última que morre, para os analistas do BTG Pactual ela está bem longe disso. Segundo o relatório com as projeções para junho, mesmo com um desempenho fraco em maio, eles acreditam que “o Ibovespa está muito barato (8,9x P/L 12 meses à frente) e que já precifica perspectivas fiscais piores no Brasil e cortes mais lentos/menores nas taxas de juros dos EUA”. 

Além disso, não vislumbram nenhum catalisador doméstico relevante, mas acreditam que uma melhora nas perspectivas de corte de juros nos EUA pode ser suficiente para desencadear uma performance melhor. “Mantemos a exposição da nossa carteira à redução nas taxas de juros, ao mesmo tempo que fizemos algumas alterações em nossas escolhas”, comentam.

Suzano (SUZB3) também sai do BTG

Em termos de exposição cambial, o time do BTG reverteu a mudança no mês passado e voltou com a Embraer na carteira de junho, substituindo a Suzano. Conforme os analistas,  a  tese de investimento mudou depois da empresa anunciar que está considerando uma oferta pela International Paper. 

“A Embraer nos fornece exposição cambial e tem uma positiva dinâmica de resultados (a principal crítica é a incrível performance das ações este ano)”, justificam.

Outras alterações – Ambev foi trocada pela TIM, após a forte queda da Ambev em maio. “Projetamos que suas ações estão sendo negociadas com um yield de fluxo de caixa de 11,5% e 13,5% para 2024 e 2025, e um dividend yield de 8,7% e 10,2%.” Allos substitui MELI; Petro fica com 10% (vs. 15%); Itaú sobe para 15% (vs. 10%).

“Também decidimos remover MELI após o rally das ações em maio (+15%), sendo substituída pela Allos, que é negociada a uma TIR real de ~12%, deve retornar um yield de 10% aos investidores este ano com recompras de ações e sinalizou vendas de portfólio de ~R$1 bilhão”, explicam os analistas.

A Petrobras permanece por mais um mês, mas com participação reduzida, de 15% para 10%, enquanto aumenta o Itaú de 10% para 15%. Renner, Localiza, Cyrela, Eletrobrás e Stone completam a carteira 10SIM .

Recomendações: Petrobras PETR4; Itaú Unibanco ITUB4; Eletrobras ELET3; Localiza RENT3; Tim TIMS3; Embraer EMBR3; Stone STOC31; Lojas Renner LREN3; Allos ALOS3 Cyrela CYRE3.

Nova Futura diz que junho será pautado pelos juros e força da economia 

Primeiramente, a Nova Futura é a nova parceira do Acionista, a partir deste mês também será fonte para os materiais do Clube e do Portal.  Bem, boas-vindas feitas, no relatório para junho, os analistas projetam que os juros e a força da economia devem pautar os mercados.

Conforme eles, com o fim da temporada dos resultados trimestrais e com o risco fiscal bem precificado, “a discussão sobre a extensão do ciclo de cortes no exterior e a duração da Selic em patamares restritivos devem definir o mercado em junho”. 

Não obstante, sobre o exterior, a Nova Futura destaca que a piora em alguns dados antecedentes de atividade, principalmente os PMIs chineses, elevam os temores com o crescimento econômico global, sendo outro vetor importante no mês. 

No Brasil, com o recesso parlamentar se aproximando, o avanço da pauta fiscal no Congresso será outro ponto importante. “Seguimos com a visão de um cenário muito incerto, o que nos afasta de adicionar mais riscos às carteiras, justificando a postura mais defensiva de nossas carteiras”. comentam.

Carteira –  Em maio, a carteira recomendada mensal recuou 1,67%, enquanto o Ibovespa recuou 3,04%. No ano, a carteira recua 3,71%, contra queda de 9,01% do Ibov. “Desde sua criação, em agosto de 2016, a carteira sobe 430,96%. Para o mesmo período, o Ibovespa, seu principal benchmark, acumula ganhos de 112,77%.”

Recomendações: Santander SANB11; Brasilagro AGRO3;  Eneva ENEV3; Marfrig MRFG3; Totvs TOTS3; MRV MRVE3; Alpargatas ALPA4; CSN (CSNA3); Vale (VALE3), Ambev (ABEV3).

BB Investimentos sobre a bolsa: não reverte as perdas

Meio contra a maré do otimismo de outros analistas ( como os do BTG Pactual, por exemplo), o BB Investimentos é taxativo: a bolsa deve encerrar o semestre longe de reverter as perdas acumuladas até maio, que totalizaram cerca de 9%. Isso porque esse desempenho coloca o Ibovespa com o pior retorno nominal em reais e em dólares (-16%) entre as principais bolsas globais. 

“Nos últimos dias (de maio), pudemos notar certa estabilização na saída de capital estrangeiro, cujo montante já soma retiradas de R$ 34 bilhões ao longo de 2024. No longo prazo, a trajetória da bolsa costuma ser bem correlacionada com o desempenho da economia como um todo.”

PIB – Para o BB, períodos de expansão de PIB “historicamente são associados à evolução positiva do mercado acionário e vice e versa”. Conforme os analistas, a médio prazo, nota-se a influência que os ciclos de política monetária exercem, sendo os períodos de corte de juros consistentes com a valorização da bolsa. “Cabe lembrar que os cortes de juros também são associados ao aumento do investimento na economia real, que por sua vez influencia positivamente o PIB, fechando esse ciclo juros-atividade econômica-bolsa.”, explicam os analistas.

Assim, considerando a influência dos mercados desenvolvidos nas economias emergentes, de acordo com o BB, essa analogia também vale para as perspectivas de crescimento global, cenário de juros, commodities, moedas, entre outros. 

“Ao compor potencial parcela dos portfólios de investidores globais, os países emergentes precisam ofertar condições atrativas de custo, diferencial de juros e potencial de retorno no longo prazo. Nesse contexto, é importante que ocorra uma convergência de expectativas em relação às principais variáveis macroeconômicas que influenciam os mercados, promovendo melhor visibilidade para auxiliar a decisão de alocação dos investidores.”

Segundo os analistas, esses fatores têm se mostrado mais voláteis ao longo do ano, a começar pela trilha dos juros americanos (principal variável de análise). “Ao se manterem elevados por mais tempo, o prêmio que os emergentes precisam pagar para atrair investidores globais se eleva, freando o ímpeto de tomada de risco em outros ativos, a exemplo da renda variável.”

No Brasil, ainda que a ata do Copom tenha sido interpretada como austera, a decisão dos corte de juros em 0,25% ocasionou uma alteração em relação às expectativas de inflação no longo prazo. Isso também contribuiu para que “a curva de juros elevasse sua inclinação no longo prazo, ambos efeitos negativos para os ativos de risco no curto prazo.”

Recomendações: Banco BTG Pactual BPAC11; Copasa CSMG3; Caixa Seguridade CXSE3; Direcional DIRR3; Itaú Unibanco ITUB4; Petrobras PETR4; Cteep TRPL4; Vale VALE3; Vibra VBBR3; Weg WEGE3.

Pessimismo no ar

Os analistas da MyCap também não estão muito entusiasmados com o futuro próximo. Segundo eles, há algumas mudanças de guidance para cenários futuros menos promissores. Entretanto, destacam uma das 7 magníficas, a Nvidia, que demonstrou otimismo sobre a manutenção e crescimento do uso da tecnologia e inteligência artificial, tal como o processamento de dados, chips e semicondutores. 

Sobre cortes da taxa de juros lá fora, “representantes de forças econômicas europeias sinalizam continuamente a intenção de redução da taxa de juros. O mercado mantém precificando uma possível postergação, talvez a única do ano, na esperada contração da taxa de juros americana, refletindo uma renovada expectativa de queda pontual dos juros em setembro”. 

Para os analistas, esse movimento fortalece a “saída de investidores estrangeiros e a aversão ao risco levado à fuga de capital e à valorização do dólar em relação ao real”. 

Em relação à China, o mercado mantém um otimismo cauteloso devido aos esforços do governo e do setor privado para garantir um crescimento sustentável, mesmo com o uso de subsídios. “Além disso, seguimos atentos ao andamento da reforma tributária e todas as demais tentativas políticas, econômicas e corporativas para melhorar o nível de confiança do mercado, tais como a negociação sobre a reoneração da folha de pagamento, entre outros.”

Recomendações: Cosan CSAN3; Totvs TOTS3. Intelbras INTB3; 3R Petroleum RRRP3; Gerdau GGBR4; Assaí ASAI3; Irani RANI3; Brasilagro AGRO3; Rede D’or RDOR3; Banco do Brasil BBAS3.

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Cátia Chagas

Editora e produtora de Conteúdo do Portal Acionista e Clube. Foco em mercado de capitais; empresas e ESG. Atua também em Jornalismo de Produto (certificada pelo Knight Center for Journalism in the Americas). Jornalista graduada PUCRS; Especialização em Comunicação Política pela UNISC; MBA em Comunicação e Marketing para Mídias Sociais na Universidade Estácio de Sá; Especialização em Gestão e Governança Corporativa aplicada a práticas ESG. Com passagem pelos veículos G1RS; GZH e Grupo Sinos.
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Editora e produtora de Conteúdo do Portal Acionista e Clube. Foco em mercado de capitais; empresas e ESG. Atua também em Jornalismo de Produto (certificada pelo Knight Center for Journalism in the Americas). Jornalista graduada PUCRS; Especialização em Comunicação Política pela UNISC; MBA em Comunicação e Marketing para Mídias Sociais na Universidade Estácio de Sá; Especialização em Gestão e Governança Corporativa aplicada a práticas ESG. Com passagem pelos veículos G1RS; GZH e Grupo Sinos.

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