MANHÃ DO MERCADO: Volume do setor de serviços no Brasil

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📈 CENÁRIO ECONÔMICO & MERCADOS

A abertura dos mercados ontem já prometia uma recuperação das perdas dos ativos na sessão anterior, em especial com o dólar novamente perdendo força contra a maioria das divisas internacionais, em especial de mercados emergentes.

Um dos fatores locais mais importantes na sessão foi o IPCA aos 1,35%, superando o topo das projeções de mercado; abrindo a perspectiva de normalização das taxas de juros já no primeiro trimestre e estabilidade da Selic na reunião da próxima semana.

Mesmo que em valorização, a movimentação do Real ontem mostrou uma faceta da qual estamos alertando há algum tempo, principalmente o quão nocivo isto pode ser para o setor produtivo: a forte volatilidade e instabilidade cambial.

Assim como opera não raramente como a pior moeda entre seus pares emergentes; o Real ontem operou como a melhor moeda disparado, com valorização de 3,5%, mais do que o dobro do Rand Sul Africano.

A valorização foi tão forte que nem o mercado de juros futuros, o qual deveria em tese reagir ao IPCA mais forte e o cenário de ajustes de juros registrou um achatamento da curva, em especial nos vértices mais longos.

Este é o resultado da instabilidade do Real como moeda e tal inconstância tem no seu cerne a taxa de juros nominal abaixo do limite mínimo efetivo (ELB).

Os problemas advindos da pandemia trazem dificuldade em mensurar se a taxa de juros estrutural realmente caiu ou se a política monetária perdeu eficiência, porém na comparação com seus pares internacionais, o Real deixou claramente de ser uma opção viável.

Para o setor produtivo, dependendo do objetivo empresarial e comercial, é mais importante uma divisa estável do que uma divisa valorizada ou desvalorizada e é exatamente o que o Brasil não está entregando, dificultando inclusive a formatação de operações de hedge. Para piorar, não existem intervenções do Banco Central suficientes para reverter tal cenário, somente a normalização de juros no médio prazo.

Na agenda de hoje, atenção ao volume do setor de serviços no Brasil, produção industrial na Zona do Euro; preços ao atacado na Alemanha e ao varejo nos EUA.

📊 ABERTURA DE MERCADOS

A abertura na Europa é negativa e os futuros NY abrem em baixa, com vacinação em andamento e na espera pelos próximos movimentos em Washington.

Em Ásia-Pacífico, mercados mistos, com alta consistente no Japão e Coreia.

O dólar opera em alta contra a maioria das divisas centrais, enquanto os Treasuries operam positivos até os 5 anos.

Entre as commodities metálicas, altas generalizadas, destaque ao ouro.

O petróleo abriu em alta em Londres e Nova York, após queda nos estoques americanos.

O índice VIX de volatilidade abre em alta de 1,37%.

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