Securitização de Recebíveis: o que é e como funciona?

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A securitização de recebíveis é um título que funciona como uma antecipação de pagamentos. Na prática, é a transformação de um fluxo de pagamento em títulos negociáveis no mercado para aquisição dos investidores.

Este instrumento financeiro é comum no mercado imobiliário, pois permite que construtoras e empreiteiras construam empreendimentos a partir das aplicações financeiras feitas pelos investidores.

Essa prática permite a obtenção de recursos por parte da empresa sem comprometer seu limite de crédito e seus índices de endividamento. Assim, qualquer ativo que forneça fluxo de caixa futuro pode ser securitizado.

Securitização de Recebíveis está em plena expansão

Os ativos mais securitizados são:

Hipotecas ou empréstimos hipotecários;

Recebíveis de cartões de crédito;

Empréstimos educacionais;

Empréstimos bancários;

Leasing;

Financiamento de veículos;

Financiamento feito para taxistas; e

Empréstimos realizados com franqueados.

As operações de securitização envolvem 3 partes:

(1) Aquele que gera o ativo (o originador); (2) o intermediário, que são aqueles estruturam a operação e distribuem o produto; e (3) os investidores para adquirir o produto.

A grande vantagem apresentada pela securitização é que ela transforma ativos ilíquidos em ativos líquidos. Além disso, a securitização possui boa transparência das operações, possibilitando avaliar os direitos creditórios negociados, o risco do crédito e quais opções são mais e menos seguras.

Exemplo de securitização

Securitização para uma empresa que busca crescimento, envolve a possibilidade de usar este tipo de operação para obter recursos que demorariam a entrar no caixa da empresa.

Visualize uma empresa exportadora, que tem valores consideráveis a receber em uma data futura. Considerando a possibilidade da criação do título, ela pode contratar uma instituição financeira para emitir debêntures atreladas a esses recebíveis. Deste modo, o investidor pode comprar a debênture (título de dívida) que irá remunerar com uma taxa de juros – talvez melhor que outra renda fixa -; em troca, a empresa consegue antecipar esse fluxo de recebimento com o título criado para financiar compras de máquinas, expansão e etc.

Tipos de títulos

Os mais conhecidos são o CRI e o CRA, mas também é possível incluir na lista o FIDC e as debêntures.

Confira, abaixo, o que significa cada um desses termos.

CRI Certificado de Recebíveis Imobiliários

Título de crédito emitido por uma securitizadora com o intuito de antecipar créditos futuros originários de ativos imobiliários.

CRACertificado de Recebíveis do Agronegócio.

Tem o mesmo funcionamento do CRI, mas com a diferença de que se trata de dívidas contraídas no ramo do agronegócio.

FIDC – Fundo de Direitos Creditórios

Consiste na união de investidores, que possuem um objetivo em comum e, por isso, integram seus recursos em um único investimento. Para realizar este tipo de operação é preciso saber previamente qual será a rentabilidade no futuro.

Debêntures

Debêntures são títulos emitidos por empresas do mercado que desejam captar recursos para colocar um projeto em prática.

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