Renda habitual era de R$ 2.378 em setembro, mas renda efetiva foi de R$ 2.168

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tweet
Compartilhar no linkedin
Publique
Compartilhar no whatsapp
Encaminhe
Compartilhar no email
Envie

Newsletter

Receba notícias por Whatsapp

Receba notícias pelo Telegram

Quase sete meses após o agravamento da crise sanitária da covid-19 no Brasil, os trabalhadores que permaneciam empregados ainda enfrentavam dificuldades para recompor a renda do trabalho perdida na pandemia, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid (Pnad Covid-19) mensal divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O rendimento médio habitual de todos os trabalhos era de R$ 2.378 em setembro, mas os trabalhadores receberam efetivamente, em média, R$ 2.168. Ou seja, a renda efetiva representou 91,2% do que seria habitualmente recebido.

Apesar da defasagem, houve melhora em relação a agosto, quando a renda efetiva alcançava 89,7% da renda habitual. Em maio, quando começou a pesquisa, a renda efetiva correspondia a apenas 81,5% do rendimento habitual.

A massa salarial habitual recuou 0,05%, passando de R$ 193,9 bilhões em agosto para R$ 193,8 bilhões em setembro. Já a massa do rendimento efetivo real cresceu 1,7%, de R$ 173,9 bilhões em agosto para R$ 176,7 bilhões em setembro.

O rendimento médio real domiciliar per capita efetivo do País foi de R$ 1.320 em setembro, 0,7% acima dos R$ 1.311 registrados em agosto. Os menores valores foram registrados nas regiões Norte (R$ 918) e Nordeste (R$ 922).

Em setembro, o rendimento médio domiciliar per capita dos domicílios brasileiros onde nenhum dos moradores recebia algum auxílio do governo em função da pandemia alcançou R$ 1.821, mais que o dobro dos R$ 825 recebidos nos lares onde algum morador recebia o auxílio.

Advertência

Declaramos que o Portal Acionista.com.br não se responsabiliza pelas informações divulgadas neste site e qualquer outro canal, tanto referente às matérias de produção própria , quanto matérias ou análises produzidas por terceiros ou reproduzidas de links autorizados, publicados nas nossas páginas a partir de uma seleção criteriosa, porém sem garantir sua integralidade e exatidão.
Matérias e  análises produzidas por terceiros são de inteira responsabilidade dos mesmos. As informações, opiniões, sugestões, estimativas ou projeções referem-se a data presente e estão sujeitas à mudanças conforme as condições do mercado, sem prévio aviso.
Informamos, ainda, que o Acionista.com.br não faz qualquer recomendação de investimento e que, portanto, não se responsabiliza por perdas, danos, custos e lucros cessantes decorrentes de operações financeiras de qualquer tipo, enfatizando que as decisões sobre investimentos são pessoais.
Importante lembrar sempre: ganhos passados, não são garantia de ganhos futuros.

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email