Quanto é preciso para começar a investir na bolsa de valores?

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Qualquer pessoa pode investir na bolsa de valores, seja física ou jurídica, saiba como e quanto pode ser seu aporte 

Bolsa de valores. Investimentos. Lucros. Mercado de ações. Caramba! Assusta, afasta, não? Muitas considerações a fazer sobre esses assuntos que giram em torno de dinheiro. Será que deve entrar para esse mundo? Está com dúvidas e certo medo, pois acredita que não conseguirá decifrar metade do que envolve esse investimento. Aí que está a grande questão. A bolsa de valores não é um monstro. A boa notícia do dia é que quem pensa assim está equivocado e investir em ações pode ser simples e bem possível. E o melhor de tudo: começar com qualquer quantia de dinheiro.

Conhecimentos básicos para que você consiga entender e investir na bolsa de valores

Para se familiarizar e entender melhor esse mercado e, começar de fato sua busca pelo melhor investimento, a boa notícia é: pode iniciar na bolsa de valores com a quantia que desejar. E o melhor de tudo: sendo pessoa física ou jurídica. Acabou a época em que, a bolsa de valores foi algo restrito a um grupo de brasileiros. De acordo com as pesquisas sobre investimentos, um grande número de pessoas físicas estreou na bolsa de valores para investir em ações. Entre o final de 2019 e julho de 2020, o número de PF na bolsa quase dobrou. Passou de 1,6 milhão para 2,8 milhões, segundo dados da B3.

Esse aumento se deve a vários fatores, de acordo com especialistas. Mas, um dos motivos que explica essa mudança é a queda da taxa de juros (Selic) e o maior acesso à informação sobre o mercado financeiro via internet.

Por conta da crise instaurada no País, que veio com a pandemia, a queda da taxa Selic reduziu o retorno de várias aplicações de renda fixa. Com isso, os investidores têm sido forçados a aceitar mais riscos para obter melhores retornos. No momento, a Selic está na sua mínima histórica, a 2% ao ano.

Neste cenário, empresas conhecidas pelo grande público, podem ser um destaque e, se tornar atraentes para a pessoa física.

Critérios e quantias para investimento em ações da bolsa de valores

Para que você busque as melhores ações e, investir não é uma tarefa simples. O fato é que, o mercado financeiro é dinâmico e você deve ficar atento a esses movimentos. Então, primeiramente, é preciso entender que, em alguns casos, as ações recomendadas hoje, podem não ser amanhã. Papéis que eram tidos como boas opções para o momento de recuperação econômica, hoje, talvez estejam entre os mais arriscados para investir. 

Ao posicionar-se como acionista de uma empresa ou ser pessoa física, você precisa avaliar pelo menos três fatores: o papel da empresa está valorizado, desvalorizado ou com preço justo; a saúde do fluxo de caixa, dentre outros.

De acordo com os corretores de investimentos, para que o retorno em ações tenha uma boa relação entre risco e lucro, a sugestão de aporte inicial é de R$5 mil. Com esse valor, é possível diversificar os investimentos e ter um lucro que compense o custo operacional. Mas. isso não significa que não seja possível iniciar com menos. Talvez, seria interessante lançar mão de profissionais que possam, de fato, lhe auxiliar de forma justa e adequada.

Quando escolher investir em ações cuidado com a impulsividade e a falta de informação

Geralmente as pessoas físicas buscam por si só, informações pela internet sobre aplicações na bolsa de valores como forma de investimento. Porém, cuidado com essa impulsividade. Segundo os especialistas, isso ocorre porque muitas não têm experiência no mercado, nem tempo suficiente para estudar o assunto. Dessa forma, ficam mais suscetíveis a dicas e orientações que encontram na internet, que por vezes podem ser incoerentes, trazendo riscos para os investidores novatos.

Vale destacar que, os jovens têm uma participação crescente neste tipo de investimento. Segundo estudo divulgado pela B3, sobre o perfil do investidor, a faixa etária de 25 a 39 anos teve uma evolução de 21 pontos percentuais de 2017 para cá. A faixa, que antes representava 28% de todas as pessoas físicas, hoje representa 49%.

Outro dado que chama a atenção: dos 223 mil investidores que entraram na renda variável em março de 2020, 30% fez o primeiro investimento com menos de R$ 500.

Mesmo com a característica impulsiva, as pessoas físicas surpreenderam o mercado durante o início da crise do coronavírus. Isso porque elas mantiveram suas posições na bolsa mesmo no auge da volatilidade dos mercados.

Para ter segurança do que aplicar, quanto aplicar e de que forma precisa ter em mãos os dados financeiros de sua empresa ou de sua conta pessoal. Para se organizar, caso já não tenha, pode lançar mão das planilhas de orçamento pessoal, bem como muitas outras, que ajudam na hora crucial de colocar tudo na ponta do lápis.

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