CEA MODAS (CEAB3) – Proposta para retenção de parte dos dividendos aprovados

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tweet
Compartilhar no linkedin
Publique
Compartilhar no whatsapp
Encaminhe
Compartilhar no email
Envie

Newsletter

Receba notícias por Whatsapp

Receba notícias pelo Telegram

A administração da Companhia apresentou aos seus acionistas, em 26 de maio de 2020, Proposta com a justificativa para a retenção do dividendo mínimo obrigatório.

A administração da C&A Modas propôs que, do valor de R$ 230.848.280,74, correspondentes à totalidade do dividendo obrigatório, R$ 162.002.106,89 seriam retidos e destinados à constituição de “Reserva Especial de Dividendos”, com base no artigo 202, parágrafos quarto e quinto, da Lei das Sociedades por Ações (“Reserva Especial de Dividendos”), para serem distribuídos quando a situação financeira da Companhia assim o permitir, se não absorvidos por prejuízos em exercícios subsequentes.

Justificativas para a decisão:

• Estágio atual de evolução da pandemia do Coronavírus;

• Medidas de distanciamento social, entre elas o fechamento de estabelecimentos comerciais e shopping centers, especialmente nas localidades onde foram registrados números mais expressivos de casos confirmados da doença;

• A Companhia atua essencialmente no segmento de varejo, um dos mais afetados pelas medidas que determinaram o fechamento dos estabelecimentos comerciais, no dia 22 de março de 2020, que fechou todas as lojas físicas da Companhia;

• Incertezas quanto à retomada completa das atividades de todos os estabelecimentos;

• Impacto significativo no faturamento e, consequentemente, no caixa da Companhia, apesar de, neste momento, não ser possível estimar o montante deste impacto.

No 1T20, a companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 55,4 milhões.

Importante: A C&A encerrou o primeiro trimestre sem dívidas de curto e longo prazos e com caixa líquido de R$ 280,0 milhões. Mesmo assim a empresa teve um resultado financeiro negativo pela contabilização de perda cambial liquida e juros sobre arrendamento (IFRS). O resultado pró forma (sem IFRS) também foi negativo em R$ 45,9 milhões.

A decisão da companhia em se precaver sinaliza um 2T20 bem mais pressionado pela pandemia.

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email

Publicidade

Leia também

Destaques da bolsa ativos durante o pregão - das 10h as 17h - Fonte: Google Finance - delay aprox. de 20 min.

*Dados inativos fora do horário do pregão.

Agruras e expectativas da reforma tributária

Por: Nelson Tucci

Toda segunda-feira

Agruras e expectativas da reforma tributária

Por: Nelson Tucci

Toda segunda-feira