Primeiras análises de pesquisa da CVM revelam recente crescimento e popularização do mercado de capitais

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Com mais de 5.000 contribuições, 40% dos participantes afirmam ter começado a investir nos últimos 5 anos, especialmente no meio digital

A participação do público investidor foi marcante na pesquisa da CVM promovida em setembro de 2020 sobre Requisitos para Investimentos em Valores Mobiliários.

[infográfico]: Mais de 5.000 participações Todas as regiões do Brasil (relevância estatística para realizar recortes) Participação estrangeira 1.484 comentários e sugestões adicionais 3.290 investidores deixaram contato para eventuais esclarecimentos e colaborações futuras

Segundo Bruno Luna, Chefe da Assessoria de Análise Econômica e Gestão de Riscos (ASA/CVM), área responsável pela condução da pesquisa, já foi possível observar, preliminarmente, que uma parcela relevante do público alvo já acessa investimentos mais sofisticados, como criptomoedas, derivativos e, inclusive, investimentos no exterior.

“O conhecimento sobre a existência de produtos de securitização e private equity, que foram foco na pesquisa, se mostrou elevado e há interesse desse público em acessar esses mercados. É importante destacar que, embora o nível de conhecimento mais profundo sobre ambas as indústrias não tenha sido objeto do questionário nesse momento, observamos que o público investidor em geral possui apetite por mais risco e diversificação de sua carteira de investimentos”, comentou Bruno.

Segundo Karl Pettersson, analista responsável pelo estudo na ASA, outro ponto destacado é que a maior parte dos investidores que respondeu a pesquisa possui formação superior (quase 70%). “Mesmo com esse número alto, conseguimos atingir todos os níveis de escolaridade e faixas de renda, revelando o movimento de popularização do mercado de capitais brasileiro. Isso é perceptível quando 40% dos participantes afirmam ter começado a investir nos últimos 5 anos, destacando o meio digital como um dos principais canais de acesso aos investimentos, como sites de corretoras e aplicativos disponibilizados por elas. Com isso, podemos observar um perfil de investidor mais autônomo”, analisa Karl.

 

Outros dados da pesquisa

[infográfico]  Participantes			Principais regiões do Brasil 89%: sexo masculino		65%: Sudeste 11%: sexo feminino		16% Sul

“Foi bastante impactante a diferença de volume entre participantes do sexo masculino e feminino. Isso demonstra uma concentração ainda muito forte de homens no nosso público investidor. Com certeza temos ainda um longo caminho pela frente, no sentido de atrair e engajar mais o público feminino para esse meio, uma vez que o tema possui reflexos relevantes em diversos aspectos da vida” – Bruno Luna, Chefe da ASA/CVM.

 

Próximos passos

A ASA/CVM fará um levantamento mais detalhado dos diversos perfis de respondentes e suas características, sendo possível, inclusive, entrar em contato com alguns investidores que se mostraram disponíveis a colaborar ainda mais.

Bruno Luna destaca que a área também está estudando regras em outros mercados e a literatura econômica sobre formação de poupança e decisão de investimento. “Nosso objetivo é concluir e divulgar o estudo de Análise de Impacto Regulatório ainda este ano e realizar uma discussão mais ampla sobre futuros movimentos regulatórios relacionados às atuais regras e restrições de acesso aos diversos tipos de valores mobiliários, o que pode contribuir decisivamente para a canalização de poupança para o mercado de capitais e, consequentemente, o financiamento da economia”, concluiu. 

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