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O que é fascismo?

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Prof. Rodrigo Antonio Chaves da Silva

Contador, ganhador do prêmio internacional de história da Contabilidade

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Fascismo é um movimento político e ideológico, inicialmente.

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Daí vem a estrutura de poder, conseguida democraticamente ou não, mas que mantém um sistema econômico com base nesta ideocracia (ideia viciada), gerando consequência sociais enormes, mas para o mal.

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A origem do fascismo é marxista e sindicalista, aliás destas duas correntes, que fizeram um movimento parecido com o cooperativismo, mas repleto de perturbações.  

A palavra fascismo provém de “fascio” (latim), ou seja, “feixes” priorizando o poder do Estado sobre o indivíduo. O coletivo sobre a pessoa. O todo contra a unidade. O social contra o individual.

Mas não era apenas um fenômeno político e ideológico, com raízes no coletivismo, sobretudo, um movimento estatista, aliás CONTRA A ECONOMIA LIVRE e a favor de UMA ECONOMIA DO ESTADO, alta tributação, empresariado de joelhos a favor do Estado, da tributação, escolas gratuitas a favor da cultura ideológica, portanto, uma educação embasada na LAVAGEM CEREBRAL dos alunos a favor da ideologia.

A frase que resume a ideologia praticada pelo político Mussolini é “TUDO NO ESTADO, NADA CONTRA O ESTADO, E NADA FORA DO ESTADO”.

A criação de MONOPÓLIOS era forte no regime fascista, e com isso a compra de cargos e acordos entre Estado e empresas, muito parecido com o que aconteceu no Brasil nos últimos anos (apenas um pequeno número de empresas – empreiteiras e grandes empresas – era privilegiada nos contratos econômicos do Estado, logo, na prática, perfeitamente o movimento fascista). 

O fascismo é ideia TOTALITÁRIA. Noberto Bobbio comparava o fascismo com o nazismo por condições históricas. O fascismo seria revolucionário. Não acreditava no comunismo em tese (contraditório na prática), mas acreditava no Estado forte, e era contra o livre mercado, com certas características: 

a) Culto ao líder exacerbado, como se ele fosse um deus (nada parecido com o Brasil há alguns anos atrás). 

b) Concentração de poder neste líder, ou no poder executivo (bolivarianismo), como se não houvesse alguém mais que soubesse ou pudesse opinar (próprio de ideologistas sectários que pensam ter mais direitos que os outros, ou serem portadores da moral e da hegemonia das virtudes). 

c) Exaltação da coletividade nacional (o tal do “fazer junto”, mas na hora do dinheiro, um recebe sozinho, usando as pessoas para o “bem da humanidade”, com o fim da ideologia, do partido, da quadrilha; ou deixar como lícito roubar a favor do partido). 

d) Aumento do militarismo (o caso da Venezuela). 

e) Investimento armamentista, mas desarmando a população mais pobre (foi o que aconteceu no nazismo também, o que acontece em Cuba, na Coréia do Norte, o qual o povo fica desarmado e o exército forte, podendo ter abusos de autoridades ou oprimir a população). 

f) Controle dos meios de comunicação (com dinheiro do governo para manter as televisões, rádios, universidades, jornais, todos a favor da ideologia, parecido com o Brasil nuns anos atrás).  

g) Violência com opiniões diferentes e aplicação de terrorismo (lembra alguma coisa?). 

h) Inimigos da ideologia considerados inimigos do governo e qualquer discordância punida com prisão, assassinato de reputação, ofensas, e morte. 

Mussolini após a primeira guerra se apresentou como o “salvador da pátria”, e se aliou com os partidos comunistas, socialistas e anarquistas. A primeira coisa que fizera foi ter a maioria dos votos, ou 2/3 do Congresso italiano, porém comprando a todos (um tipo de mensalão), conseguia se manter no poder ainda sob alegação de fraudes. O poder legislativo foi enfraquecido porque não tinha autonomia, os meios de comunicação foram fechados, todos os partidos, impedidos de manifestação a não ser os da linha ideológica, do partido nacional fascista, e a discordância era punida. Se concretizava na pena de morte. O total controle da economia era normal. E o impedimento até de organizações trabalhistas de serem criadas e se manifestarem, ou fazerem greves. Aumentavam os monopólios e o meta-capitalismo, porque os empresários ricos e inescrupulosos só se mantinham bem com a venda de produtos ao Estado; o médio, o pequeno, e o honesto empresário acabava de joelhos pela alta tributação.

Outra coisa, o controle do Estado politicamente era mantido pela compra de partidos, empresas, lobbies e outros, muito parecido com os crimes apurados na Lava Jato, o petrolão, o mensalão, a máfia dos correios e outros. 

Um exemplo claro disso é na Venezuela, Bolívia, e Nicarágua, estes Estados “democráticos”, mas com ideologias sectárias, mantém uma linha fascista, pois, o bolivarianismo-socialista não foge do gênero, com base socialista também. Fascista igualmente.

Economicamente, devido à alta tributação, o Brasil mantém uma política estatista, e anos atrás muito pior, porque havia a negociação das grandes empresas com o Estado, com privilégios de contratos com o governo por linhas ideológicas, sendo realmente um regime fascista há uns cinco anos atrás e para trás também. 

Você está lembrando de alguma coisa? Quais partidos políticos do país, e quais membros dessas correntes praticavam realmente o fascismo? Tudo pelo Estado, nada fora do Estado, e tudo dentro do Estado. Acordos a paredes fechadas, roubo dos cofres públicos em plena “democracia”, monopólios fraudulentos, fraudes em eleições, ideias extremistas, manutenção do poder, paranoias, loucuras desmedidas pelo líder, excesso de tributação, controle dos meios de comunicação, hipnose coletiva, alucinação em massa, devoção extremista, ideias totalitárias, rejeito a opinião de terceiros, culpa no empresariado, altos impostos, pôr a culpa no mercado exageradamente, etc. Pense um pouco.

A mera concordância com os fatos, não demonstra que isso é uma novela sobre a vida real, mas um relato preciso do que estivemos vivendo.  

Rodrigo Antonio Chaves Silva

Rodrigo Antonio Chaves Silva

Contador, especialista em gestão econômica, Perito Judicial, Analista Patrimonial, Auditor, Consultor, ganhador dos prêmios internacionais de história da contabilidade Martim Noel Monteiro, de contabilidade financeira Luis Chaves de Almeida e Rogério Fernandes Ferreira, é autor de 27 livros, sendo 22 pela Editora Juruá, e mais de 350 artigos, imortal da Academia Mineira de Ciências Contábeis, e da Academia de Ciências Letras e Artes de Manhuaçu. https://profrodrigochaves.com.br/

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