O Bitcoin é imune à inflação? Saiba usar a criptomoeda como uma “vacina” para os seus investimentos

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email

Bitcoin é imune? A inflação no Brasil atingiu patamares inesperados. Isso porque, com os preços cada vez maiores e o poder de compra da população enfraquecido, os investidores se veem preocupados e apreensivos. 

Chegando a 8,35% no acumulado de 12 meses, a inflação não pretende parar. As perspectivas mostram que a taxa vai continuar subindo, principalmente com questões como o frio intenso e a crise hídrica.

Nesse cenário, o mercado financeiro se encontra aflito. Então, a pergunta vira: como proteger os investimentos da inflação? É aí que o Bitcoin aparece em cena, podendo ser uma espécie de “vacina” contra a inflação e seus sintomas.

 

Imunidade garantida ?

De acordo com Ricardo Dantas, especialista e CO-CEO da Foxbit, corretora brasileira de criptomoedas, o Bitcoin foi criado para ser imune à inflação. 

O Bitcoin por conceito é feito para ser imune à inflação no mundo inteiro, uma vez que a grande maioria dos produtos são dolarizados. Com o tempo, o BTC consegue garantir o poder de compra para os países que o utilizarem como referência de preço”, afirma.

“Assim como tivemos a mudança da referência do ouro, é possível pensarmos no Bitcoin como uma referência de preço. Da mesma forma, existem outras moedas com um conceito anti-inflacionário, como o Litecoin”, completa Dantas.

Já que o Bitcoin é imune, por que não implementá-lo como moeda?

Ter o Bitcoin como moeda oficial de um país não é uma realidade muito distante, isso porque já existe um país que vive isso.

O El Salvador, localizado na América Central, se tornou o primeiro lugar a adotar o BTC como moeda legal em meados de junho deste ano. No entanto, fazer esta adoção é um movimento arriscado para alguns especialistas.

A moeda criptografada não possui uma regulação própria, por isso ainda está se provando e apresentando seus prós e contra. Assim como, questões que serão levantadas frente ao modelo financeiro atual.

Volatilidade como reação
Além da falta de regulamentação, a volatilidade do Bitcoin pode assustar. O criptoativo possui uma história bem intensa nesse sentido, tendo valorizado 800% em 1 ano, chegando a US$ 64 mil. No entanto, recentemente, a moeda passou por uma forte queda e está no valor de US$ 38 mil, o menor em 2021.

 

 

De acordo com o especialista Rafael Izidoro, CEO da Rispar, plataforma digital que atua como correspondente bancário, a volatilidade do BTC não deve impedir o investidor.

“O Bitcoin tem princípios sólidos e oferece uma alternativa inovadora ao sistema econômico atual. A alta volatilidade faz parte de um mercado em maturação e deve diminuir com o tempo, dado o aumento na adoção e um maior conhecimento da população sobre a rede”, afirma Izidoro. 

Em suma, vale lembrar que é preciso ter uma diversificação de investimentos, assim como planejamento para possíveis perdas e crises. Uma boa estratégia é a vacina mais eficaz dentro do mundo financeiro: montar uma carteira com diferentes tipos de ativos. 


OPORTUNIDADES EM UM SÓ LUGAR

Venha conhecer o Clube Acionista, a plataforma que reúne recomendações de mais de 60 especialistas de mercado em um só lugar. A facilidade de não precisar sair procurando por boa informação em diferentes canais. O cadastro é totalmente gratuito. Aproveite!

Você também pode acessar tudo sobre onde investir no Portal Acionista e gratuitamente pelo nosso canal do Telegram.

1Bilhão Educação Financeira - Gueratto

1Bilhão Educação Financeira - Gueratto

Matérias por 1Bilhão - Educação Financeira; Fabrizio Gueratto; e Gueratto Press.

Você pode se interessar por

Publicidade

Leia também

Tire dúvidas sobre investimentos

Últimas atualizações sobre

Advertência

Declaramos que o Portal Acionista.com.br não se responsabiliza pelas informações divulgadas neste site e qualquer outro canal, tanto referente às matérias de produção própria , quanto matérias ou análises produzidas por terceiros ou reproduzidas de links autorizados, publicados nas nossas páginas a partir de uma seleção criteriosa, porém sem garantir sua integralidade e exatidão.
Matérias e  análises produzidas por terceiros são de inteira responsabilidade dos mesmos. As informações, opiniões, sugestões, estimativas ou projeções referem-se a data presente e estão sujeitas à mudanças conforme as condições do mercado, sem prévio aviso.
Informamos, ainda, que o Acionista.com.br não faz qualquer recomendação de investimento e que, portanto, não se responsabiliza por perdas, danos, custos e lucros cessantes decorrentes de operações financeiras de qualquer tipo, enfatizando que as decisões sobre investimentos são pessoais.
Importante lembrar sempre: ganhos passados, não são garantia de ganhos futuros.

Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com os nossos Termos de Uso e Política de Privacidade e, ao continuar navegando neste site, você declara estar ciente dessas condições.