Modalmais: Mercados começando com força

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Ontem, mais para o meio da tarde, os mercados americanos firmaram altas e trouxeram essa tendência também para a B3. A Bovespa encerrou com alta de 1,26% e índice em 107.378 pontos, o Dow Jones com +1,125 e Nasdaq com +0,22%. O dólar encerrou com forte alta em 2,64%, com a moeda americana cotada a R$ 5,44, por conta do quadro fiscal grave.

O ministro Paulo Guedes falou bastante no final da tarde dizendo que da rolagem de dívida do primeiro trimestre de R$ 600 bilhões, cerca da metade já estava provisionada. Reclamou também da demora em aprovar reformas e privatizações e disse que na visão do governo, o auxílio emergencial não seria prorrogado, já que não enxergam aceleração da covid-19.

Nos EUA, a quase certa indicação da ex-presidente do FED Janet Yellen para o Tesouro animou os investidores. Hoje os mercados da Ásia terminaram o dia com comportamento de alta, exceto Xangai com -0,34%, mas com Tóquio na volta do feriado emplacando +2,50% e no maior nível desde 1991. Mercados da Europa começando o dia com boas altas e futuros do mercado americano também no campo positivo. Aqui, seguimos acreditando na busca do objetivo em 110 mil para o Ibovespa.

No final do dia de ontem o presidente Trump autorizou o governo a iniciar o protocolo de transmissão de governo, depois de Michigan certificar a vitória de Biden. Já Charles Evans, do FED de Chicago, disse não ver juros americanos em alta até o final de 2023/24. Na Alemanha, o PIB do terceiro trimestre foi revisado para alta de 8,5%, depois de inicial em 8,2% e o índice IFO de sentimento empresarial caiu para 90,7 pontos, mas ainda assim comparativamente melhor que outros países da região.

A Irlanda é que disse esperar fechamento de acordo entre a União Europeia e o Reino Unido para o pós-Brexit, ainda no decorrer dessa semana. No mercado internacional, o petróleo WTI negociado em NY mostrava alta de 1,14%, com o barril cotado a US$ 43,55. O euro era transacionado em alta para US$ 1,188 e notes americanos de 10 anos com taxa de juros de 0,86%. O ouro e a prata mantinham quedas nas negociações da Comex e commodities agrícolas com viés de queda na Bolsa de Chicago.

Aqui, a questão fiscal pesa muito sobre o dólar e também sobre os juros, enquanto os investidores aguardam a divulgação do IPCA-15 (prévia da inflação oficial) que pode vazar para cima 4,10% em 12 meses. A Petrobras anunciou que vai resgatar US$ 2 bilhões antecipadamente em títulos emitidos no exterior. O IIF-Institute of International Finance disse que os emergentes sofrem com os encargos da dívida, mesmo com os juros baixos e a União Europeia alocou 183 milhões de euros ao FMI para ajuda aos países pobres.

O PIX de pagamentos instantâneos na sua primeira semana de funcionamento girou R$ 9,3 bilhões, segundo dados do Bacen. No mercado, a expectativa é de Bovespa novamente em alta e rumando para 110 mil pontos, dólar pode ficar mais suave, mas tensionado pelo fiscal e juros aguardando IPCA-15. Os dados da agenda do dia não têm grande capacidade de afetar os mercados, com investidores otimistas com a aplicação no curto prazo de vacinas para a covid-19.

Alvaro Bandeira
Sócio e economista-chefe do banco digital Modalmais
Fonte: www.modalmais.com.br/blog/falando-de-mercado

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