Modalmais: Dia de boa recuperação

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Depois das sucessivas quedas dos mercados acionários pelo mundo, a sessão de hoje foi bem mais positiva desde a madrugada nos mercados da Ásia. Durante todo o dia, os investidores trabalharam diante da expectativa de que o Congresso americano iria aprovar o mega pacote de ajuda para reduzir os impactos do coronavírus, o que certamente traz conotações positivas no plano global. A União Europeia também aprovou o plano da Alemanha de ajuda para as empresas, governos e bancos centrais seguiram lançando medidas, como o BC do Canadá na compra de ativos.

Bom impacto também no que tange aos indicadores PMI da atividade industrial, serviços e composto de diferentes países; que apesar de mostrarem quedas, principalmente os da indústria tiveram desempenho melhor que o projetado. Nos EUA, esse indicador de março caiu bem pouco de 50,7 pontos para 49,2 pontos.

Depois disso ainda tivemos o presidente Trump e o secretário Kudlow falando sobre reabrirem a economia em semanas, com Trump ainda mais enfático querendo que isso ocorra até a Páscoa. Trump disse que num processo recessivo morreriam mais pessoas que pela gripe, e que a economia americana não pode parar. Comparando com isso, a Índia anunciou bloqueio total do país por 21 dias e as mortes na Itália por coronavírus voltaram a crescer.

Já o IIF (Institute of Internacional Finance) divulgou que os estrangeiros já sacaram US$ 78,7 bilhões de países emergentes em 2020, igual a tudo que ingressou durante o ano de 2019. No mercado internacional, o petróleo WTI negociado em NY mostrava alta de 2,95%, com o barril cotado a US$ 24,05. O euro era transacionado em alta para US$ 1,075 e notes americanos de 10 anos com juros em 0,82%. O ouro e a prata em boas altas na Comex e commodities agrícolas em latas na Bolsa de Chicago. Alta também para minério de ferro na China.

No segmento doméstico, o IBGE anunciou as vendas no varejo de janeiro com queda de 1% e varejo ampliado crescendo 0,6%. Em 12 meses o varejo mostra expansão de 1,8% e o ampliado com +3,9%. Mas todos esses dados ficam velhos perante o que pode acontecer no mês de março. De qualquer forma, as vendas no varejo ainda estão 5,4% abaixo do pico ocorrido em outubro de 2014. Se somarmos dez e janeiro a queda sobe para 1,4%, com alguma antecipação maior da Black Friday.

A Petrobras voltou a anunciar redução de preço de combustíveis, com queda da gasolina de 15%, mas a queixa é que isso caba não chegando (ou demora) ao consumidor. Já do lado político, a PEC Emergencial vai ser alterada para permitir incorporar os gastos com coronavírus. Já os governadores do Norte ficaram insatisfeitos com o pacote de medidas.

No mercado, dia de DIs com comportamento de queda de juros para os vencimentos mais líquidos e o dólar fechou em queda de 1,03%, com a moeda cotada a R$ 5,082. Na Bovespa, na sessão de 20/3, os investidores estrangeiros voltaram a retirar recurso no montante de R$ 1,3 bilhão, deixando março ainda mais negativo em R$ 20,4 bilhões e o saldo de saída de 2020 em R$ 60,5 bilhões.

No mercado acionário, dia de alta da Bolsa de Londres de 7,48%, Paris com +8,39% e Frankfurt com +10,98%. Madri e Milão com altas de respectivamente 7,10% e 8,93%. No mercado americano, dia de Dow Jones com +11,37% e Nasdaq com +8,12%. Na Bovespa, alta de 9,69% e índice em 69.729 pontos. Na máxima do dia o índice atingiu 71.535 pontos.

Na agenda de amanhã teremos a confiança do comércio de março, o IPCA-15 de março, a nota do setor externo e de mercado aberto de fevereiro, além do fluxo cambial de recursos na semana anterior e relatório da dívida pública de fevereiro. Nos EUA, as encomendas de bens duráveis de fevereiro.
Alvaro Bandeira
Sócio e economista-chefe do banco digital Modalmais
Fonte: www.modalmais.com.br/blog/falando-de-mercado

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