Mercado financeiro aguarda futuro da política fiscal

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“O governo precisa pensar em outro programa para colocar no lugar, algo que realmente saia do papel”

Na última quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central realizou a sexta reunião do ano para definir a Selic, taxa básica de juros nacional, que permaneceu à 2%. Com a estagnação da política monetária brasileira, o mercado financeiro retomou sua atenção para as futuras decisões fiscais do governo. Mesmo após o veto negativo do Renda Brasil, programa que substituiria o Bolsa Família de forma mais abrangente e com maior renda, o presidente Jair Bolsonaro deu autorização para o relator do Orçamento 2021, Márcio Bittar, incluir na proposta do próximo ano um programa social semelhante ao apresentado anteriormente. 

Segundo Pedro Paulo Silveira, Economista-Chefe da Nova Futura Investimentos, essa semana teremos novamente discussões em torno das reformas do Brasil, o que < SPAN style=”color: rgb(0, 0, 0); font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; background-color: transparent;”>continuará trazendo problemas para o mercado. “Eu já previa que o Renda Brasil iria desaparecer uma hora ou outra, justamente porque o governo não pode retirar o auxílio emergencial sem colocar nada no lugar. O que vem segurando a economia nacional de uma queda maior que 10%, dado do segundo trimestre deste ano, é a injeção de renda extra. Porém, se a mesma for retirada abruptamente, a economia irá afundar, e a aprovação do governo afundará junto. Por isso, eles precisam pensar em outro programa para colocar no lugar, algo que realmente saia do papel”, explica.  

Para Daniela Casabona, Sócia-Diretora da FB Wealth, o mercado econômico está com uma preocupação muito grande em relação a política fiscal. “O governo não está entrando em um consenso, o que gera rumores sobre uma possível saída do Guedes, apontamento este que todo mundo está de olho. O ministro fala uma coisa e o governo rebate com outra, graças a isso é possível perceber um desentendimento mais sério do que pensávamos. Atualmente, a principal preocupação da Bolsa é um aumento de volatilidade causado principalmente pelas notícias ruins e não pelas boas. Além disso, provavelmente não conseguiremos acompanhar o mercado externo, que vem mostrando leves sinais de recuperação”, completa.

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