Medidas econômicas para combater pandemia agora ultrapassam R$ 2,1 trilhões

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Nas últimas semanas, o Ministério da Economia, os bancos públicos e o Banco Central apresentaram uma série de medidas destinadas a combater a epidemia de coronavírus e seus impactos na economia. O foco das medidas anunciadas é proteger os mais vulneráveis, fornecer liquidez às pequenas e médias empresas e evitar demissões em massa.

Depois que algumas medidas foram ampliadas em abril e novas foram anunciadas, o pacote total agora ultrapassa R$ 2,1 trilhões, equivalente a quase 30% do PIB do Brasil. Do pacote de R$ 2,1 trilhões, R$ 1,2 trilhão são medidas anunciadas pelo Banco Central para injetar liquidez no sistema financeiro do Brasil, ou seja, não devem ter nenhum impacto nas contas fiscais do país.

Os bancos públicos Caixa, Banco do Brasil e BNDES contribuirão com R$ 246 bilhões em uma combinação de expansão de várias linhas de crédito, incluindo para o agronegócio, para o setor imobiliário e para necessidades de capital de giro, e adiamento de pagamentos de juros e principal de certos empréstimos.

Os outros R$ 611 bilhões, ou 8,6% do PIB, são medidas que, de uma forma ou de outra, lidam com o orçamento fiscal do país – há um mês, antes que as medidas existentes fossem consumidas e novas medidas anunciassem que esse número era de R$ 338 bilhões, ou 4,6% do PIB.

Uma parcela relativamente grande desse pacote de ajuda fiscal, na verdade, refere-se a pagamentos antecipados ou adiamento de cobranças de impostos incluídas no orçamento atual e que ainda devem ser executadas em 2020. Em outras palavras, essas medidas não estão criando despesas ou eliminando receitas futuras.

Quando nós ajustamos, ficamos com R$ 347 bilhões, ou 4,9% do PIB (acima dos R$ 164 bilhões ou 2,2% do PIB de um mês atrás), que são, de fato, novas despesas.

Por: BTG Pactual

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