Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tweet
Compartilhar no linkedin
Publique
Compartilhar no whatsapp
Encaminhe
Compartilhar no email
Envie

Newsletter

Tire dúvidas sobre investimentos

Receba notícias pelo Telegram

Ativa

Nesta vida aprende-se pelo amor ou pela dor. Esta é uma questão que perpassa a humanidade. Com a pandemia, a chamada sociedade de consumo, cada vez mais voraz, precisou dar um breque. Não que tenha tomado tenência – como se diz popularmente –, e parado de vez com os estragos. Ainda não parou. Mas… está amalgamando ações ou, como prefere o mercado, “mitigando riscos”. O que a Amazônia e o Pantanal sofrem, nestas últimas semanas, é desnecessário dizer pois que o mundo todo acompanha. Isto para ficarmos apenas no Brasil.

Recentemente os três maiores bancos privados do país – Bradesco, Itaú e Santander – sentaram-se à mesa e discutiram, juntos, uma proposta abrangente para salvar o maior bioma do planeta. Na semana que passou foi a vez da JBS (que frequentou manchetes e manchetes no último governo especialmente) anunciar o seu programa “Juntos pela Amazônia”, disponibilizando R$ 250 milhões e mais o desembolso de um aporte equivalente para cada novo entrante no programa, ou seja, para cada real a mais vindo “de fora”, a empresa colocará mais um. De acordo com o CEO da companhia, campeã em proteína animal, ideia é criar um fundo de R$ 1 BI, até 2030, com governança própria – independente, portanto, dos negócios dos irmãos Batista.  

O governo, que abriu mão de recursos europeus no início desta gestão, e tirou o pé do acelerador no quesito prevenção, agora tem condições objetivas de fazer um trabalho de fôlego, apagando incêndios, coibindo o desmatamento, propondo renda para as populações locais e promovendo o desenvolvimento sustentável, com a tecnologia que se fizer necessária para tal. Em uma frase, “é hora de botar a mão na massa, pra valer!”.

Como diz Fábio Barbosa – a quem tive o privilégio de entrevistar para a última edição da revista RI, parceira do Portal Acionista –, o precursor do ESG na indústria bancária quando ainda a expressão não frequentava os dicionários do mercado financeiro, “a sustentabilidade é um movimento geracional, crescente e irreversível”.   

IPO

A Hidrovias do Brasil (HBSA3) tocou a campainha na B3 na sexta-feira, 25. Companhia de logística, que traz em seu portfólio acionistas como BNDES, fundos de private equity e a International Finance Corporation (Banco Mundial), recebeu elogios de Gilson Finkelsztain, CEO da Bolsa, durante a “live” do IPO.

“O setor de infraestrutura é um dos mais relevantes da bolsa brasileira e estamos muito felizes com a chegada da Hidrovias na B3. Sou um grande admirador desse projeto. O Brasil tem um potencial de transporte hidroviário gigantesco e ainda há muito a explorar por esse modal. O trabalho da Hidrovias, de construção de portos, treinamento de equipes remotas, merece ser aplaudido”, comentou.

A companhia levantou R$ 3,4 BI, no maior IPO do ano até aqui.

TERRENOS

A Melnick Even registou captação de R$ 713 milhões, em ações primárias. De acordo com o prospecto da companhia, a maior parte do dinheiro (R$ 620 MM) vai para o caixa a fim de fazer estoque de terrenos, com vistas a empreendimentos futuros.

Nesta segunda-feira, 28, a Melnick vai oficializar a abertura de capital na B3 e aparecer com o ticker MELK3. Será a 153ª companhia registrada no Novo Mercado.

BB

A Marfrig comunicou o mercado sobre a elevação de sua nota de crédito, de “BB-” para “BB”, pela Fitch Ratings – agência de classificação de risco.

Em nota distribuída à imprensa e ao mercado em geral, a companhia brasileira diz que a agência assim justificou a nova posição: “As atualizações refletem o melhor do perfil financeiro e de negócios da Marfrig nos últimos anos. A participação de 81,7% da empresa na National Beef reduziu a exposição da companhia ao Brasil, diversificou a exposição para dois ciclos de gado e melhorou seu acesso a mais mercados. As fortes condições da indústria em 2020 resultaram em um fluxo de caixa extraordinariamente forte nos EUA, o que melhorou ainda mais a liquidez e a estrutura de capital da empresa. A perspectiva de classificação é estável.”

MÉTRICAS

O Fórum Econômico Mundial (WEF) acaba de lançar o seu conjunto de métricas ESG. Desenvolvido no Âmbito do International Business Council, que reúne mais de 120 CEOs globais – e tem participação do Bank of America e das Big Four (Deloitte, EY, KPMG e PwC –, o projeto busca melhorar a forma pela qual as empresas mensuram e demonstram suas contribuições para a criação de sociedades mais prósperas e de relacionamento mais sustentável com o planeta.

ACELERA

Localiza e Unidas (ambas negociadas no Novo Mercado da B3) anunciam fusão das operações e criação de uma nova companhia. Expectativa é que deste mix saia uma vitaminada empresa, com frota de quase 500 mil veículos e faturamento de R$ 15 BI. Haverá presença em mais de 400 cidades, além da atuação na América do Sul, em países como Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Uruguai.

A família Mattar – do ex-secretário de Privatizações do atual governo – deverá indicar o novo CEO. Na composição acionária, a Localiza ficará, em números redondos, com 77% de participação. Agora só falta combinar direitinho com os russos, digo, com o CADE – o órgão antitruste, que analisará o processo.

LATINHAS

O brasileiro bebe mais na pandemia. Com isto, aumentou o consumo de embalagens, como as latinhas de alumínio. Razão pela qual a Ambev (responsável por 60% de toda a cerveja consumida no país) decidiu acelerar a inauguração da sua fábrica (exclusiva !) de latinhas. Anunciada no ano passado, a planta foi inaugurada na semana que passou.

A unidade, localizada em Minas, produzirá 1,5 bilhão de unidades/ano. Pra quem acha muito, o volume é apenas 5% das latinhas consumidas no Brasil.

SEGURO

A Newe Seguros, uma das grandes companhias em seguros agrícolas, no país, escolheu a B3 como credenciadora de seus contratos e apólices. Esta parceria atende as exigências do Sistema de Registro de Operações (SRO), plataforma desenvolvida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A SRO tem por objetivo implementar a apólice eletrônica, bem como acelerar a digitalização dos contratos de seguro.

PACTO

– Para a empresa, qual a importância de ser signatária do Pacto Global?

Com esta pergunta, Luiz Fernando Bueno abriu a plenária do Depto. de Sustentabilidade do Ciesp Campinas (SP), dia 24 último, reunindo a equipe de trabalho, mais convidados, para ouvir a palestra – em formato de “live” – de Rodolfo Sirol, membro do board da Rede Brasil do Pacto Global e diretor Ambiental da CPFL Energia.

Sirol falou dos 20 anos da entidade (no Brasil está há 17 e hoje com mais de 1.000 membros) e dos ODS. Durante a exposição abordou, didaticamente, a importância das políticas ESG e destacou o combate à corrupção e acessos às energias limpas.

80 BI

A Itaúsa, holding que administra o grupo Itaú, reúne valor aproximado de R$ 80 BI. As famílias Villela e Setubal detêm 34% do capital total e 60% das ações com direito a voto. Os números foram apresentados na “live” da Itaúsa pelo seu presidente, Alfredo Setubal.

Diferente das tradicionais reuniões com analistas, chapadas de números, esta foi bem mais light com o grupo optando por valorizar mais conceitos e valores. A propósito, Setubal fez questão de mencionar a doação do Itaú Unibanco, de R$ 1,5 BI, para o combate à pandemia do coronavírus no Brasil.

RELATO

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) disponibiliza em sua página (https://cfc.org.br/), desde o dia 25 último, a audiência pública para ajustar o  framework do Relato Integrado. O prazo para as colaborações é de 30 dias corridos.

GALINHAS

Depois de o estado implementar 12 protocolos de segurança baseados nos requisitos do Plano de Convivência do Turismo, a Empetur-Empresa de Turismo de Pernambuco comemora a retomada dos negócios no setor. Somente em agosto o aeroporto de Recife contou 240 mil pessoas chegando (principalmente) e partindo. Um número extraordinário, se comparado a abril (início da pandemia) quando registrou apenas 18% desse movimento. Porto de Galinhas é o destino mais procurado.

Advertência

Declaramos que o Portal Acionista.com.br não se responsabiliza pelas informações divulgadas neste site e qualquer outro canal, tanto referente às matérias de produção própria , quanto matérias ou análises produzidas por terceiros ou reproduzidas de links autorizados, publicados nas nossas páginas a partir de uma seleção criteriosa, porém sem garantir sua integralidade e exatidão.
Matérias e  análises produzidas por terceiros são de inteira responsabilidade dos mesmos. As informações, opiniões, sugestões, estimativas ou projeções referem-se a data presente e estão sujeitas à mudanças conforme as condições do mercado, sem prévio aviso.
Informamos, ainda, que o Acionista.com.br não faz qualquer recomendação de investimento e que, portanto, não se responsabiliza por perdas, danos, custos e lucros cessantes decorrentes de operações financeiras de qualquer tipo, enfatizando que as decisões sobre investimentos são pessoais.
Importante lembrar sempre: ganhos passados, não são garantia de ganhos futuros.

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email

Se inscreva para ser notificado quando um novo post for publicado.

Além de diversos conteúdos do mercado financeiro em um lugar para você ler, comparar e decidir.

Fique por dentro

Se inscreva para ser notificado quando um novo post for publicado.

Além de diversos conteúdos do mercado financeiro em um lugar para você ler, comparar e decidir.