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Mais uma política de lockdown e um ano de omissão em decisões gerenciais públicas

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Prof. Rodrigo Antonio Chaves da Silva

Contador, Menção honrosa no prêmio internacional Rogério Fernandes Ferreira

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Ninguém consegue SEGURAR A NATUREZA.

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O avanço biológico da matéria, é praticamente impossível de ser parado, e não temos meios para fazê-lo eficazmente.

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A lei de Lavoisier, da mutabilidade da matéria, se aplica inteiramente em nosso mundo, ainda mais nos dias de hoje, de variantes naturais que afligem o planeta. Tudo na natureza se transforma. É impossível ao homem segurar o ar e muitas vezes destruir certos avanços de microrganismos. No entanto, o homem pode ajudar a frear, porém não pode destruir a natureza, impedir a sua dinâmica, e muito menos proibir que ela se acople ao organismo.

Todo organismo humano se adapta a certos vírus, claro que isso demanda tempo, todavia, alguns letais, necessitam ter um tipo de reação diferente.

É impossível ao homem deixar de ser social, se isolar, embora em alguns instantes, o possa fazer, mas a condição permanente desta situação não se mantém com adequada posição, gerando doenças psíquicas no indivíduo. Quando o isolamento é social, gera crises econômicas graves, quase que com efeitos irremediáveis.  

O combate às doenças e vírus, só pode ser alcançado por meio de vitaminas, tratamentos, e vacinas (estas muito bem testadas), e fica pois criticável ALGUMAS FORMAS DE PARALISAÇÃO SOCIAL, em algumas ocasiões e circunstâncias.  

Pois bem, os gestores públicos atualmente têm assumido uma posição para conter um vírus por meio da paralisação quase que total das atividades empresariais e econômicas.

No início, e em certos momentos, isso era até necessário, todavia, depois de um ano, mesmo com situações emergenciais, isso NÃO DEVERIA SER ADEQUADO, considerando que não HOUVE INVESTIMENTO PÚBLICO EM UM ANO que pudesse ser AUMENTADOR DO NÍVEL DE SERVIÇO EM MATÉRIA EMERGENCIAL, PARA PROBLEMAS DE SAÚDE, NUM CASO ESPECÍFICO COMO ESSE.

Mas o dinheiro não faltou aos Municípios e nem aos Estados… Foi dado o dinheiro com o impedimento até da União intervir, destruindo de certa maneira a atuação da Federação, por liminar do Supremo Tribunal Federal, órgão máximo do judiciário. 

Recurso da União houve, mas a maioria dos Estados e Municípios igualmente, não souberam gerir estas parcelas, fazendo com que esperássemos que o pior ocorresse: o saturamento dos hospitais e unidades intensivas de tratamento (UTIs), várias vezes durante o ano, e especialmente agora no mês de março.

Não foi agregado necessariamente, na maioria dos Municípios, acréscimos desses investimentos.

Municípios pequenos receberam cerca de 3 milhões de reais, até mais; muitos usaram isso como DESPESAS DE CUSTEIO, empregando gente para conseguirem ganhar as eleições. Outros Estados roubaram em licitações, de modo a deixarem o vírus circular naturalmente, para que propositalmente o serviço de saúde entrasse em colapso, colocando a culpa no Governo Federal. Outros governadores ainda, deixaram muita gente morrer para que a culpa fosse também do Governo Federal. Outros pularam na frente com a vacina, sem apelarem para os tratamentos e ampliação hospitalar, para fechar esta conta no Governo Federal. Ou seja, tivemos mais corrupção e politicagem do que gestão neste período. Isso quer dizer: usaram da pandemia para fazer jogo político e partidário, cometendo crimes humanos, e pior, crimes espirituais, estes que não serão perdoados pela mão divina.

O pior é que os investimentos em precaução, tratamentos, e prevenções, não foram divulgados como deveriam, nem pela mídia que sempre se posicionou contra (cometendo crime de informação tendenciosa), nem pela maioria dos governos que sequer investiu NO MÍNIMO para a população (nem um roteiro de remédios e vitaminas fora amplamente divulgado pelas autoridades).

Muito raramente estas gestões políticas investiram em remediações emergenciais ou de último momento (ampliações), sobretudo, habitualmente o Município não tinha a estrutura, porém, tinha o recurso que não fora investido, simplesmente para tumultuar a outros Municípios que já possuíam os seus problemas.

O Lockdown é medida paliativa e circunstancial para o INÍCIO DA PANDEMIA, ou para algumas situações emergenciais sem solução aparente, a fim de se fazer planejamentos, revisões orçamentárias, políticas de emergência, decretos, decisões eventuais, etc., se depois de um ano ele se repete no Brasil, é porque algo não foi feito neste período em nível emergencial (fora outros problemas de prevenção). 

Ou seja, em certas circunstâncias, em alguns dias, até no início da pandemia, tudo bem a paralisação extrema, agora depois de um ano (?), por colapso quase que total do sistema de unidades intensivas do Brasil (?), em algumas regiões (?), consideramos a medida apenas um efeito da ausência clara de uma aplicação de ativos essenciais para emergências como a nossa em regimes de exceção.

Sobretudo se sabe que o lockdown não resolve inteiramente o problema, ele o posterga e às vezes piora, o correto era, durante o ano passado, e mais neste ano, se fazer outro conjunto de medidas importantes.

A paralisação total da Itália por exemplo, não impediu a proliferação do vírus SARS (Síndrome respiratória aguda severa), que gera a doença COVID (Doença do Corona Vírus), ao contrário, à medida que ficavam isolados, mais tinham casos, e o aumento foi progressivo.

Neste caso, a solução era o tratamento evasivo e incisivo de entubamento, e o tratamento intravenoso.

Infelizmente lá na Itália, não se tomou imediatamente medidas para prevenção, no sentido de fortalecimento dos organismos humanos (até porque não se conhecia bem a doença), mas sim, medidas de incisão médica, ou terapêutica, após o aparecimento da doença, o que é mais arriscado. De cada dez entubados apenas um terço saia bem. Se houvesse medidas imediatas de fortalecimento dos organismos, e preventivos, ao menos nos primeiros meses, não se precisaria utilizar incisões cirúrgicas, ou tratamentos a posteriori, o que gerou de certa forma a tragédia que vimos na pátria italiana. Aliás todos os países europeus sofreram com o mesmo problema lamentavelmente.

A medida que utilizaram na ocasião foi o lockdown (o fechamento de tudo), mesmo a China parou completamente por vinte dias, e conteve o surto do vírus em praticamente 60 dias (poderíamos perguntar “qual é o segredo?”, porque em Xangai e Pequim naquela ocasião, não se teve muitos contaminados com pouquíssimas mortes).

Agora, aquela ocasião era emergencial e extraordinária. Hoje não. PASSAMOS UM ANO SEM ADEQUADO INVESTIMENTO EM REGRAS EMERGENCIAIS E TRATAMENTO MÉDICO que seriam suficientes para evitar-se os lockdowns posteriores.

Sobretudo até hoje, em países como Brasil, temos que utilizar uma mesma política paliativa que não resolve a questão, e simultaneamente destrói outras questões sociais, prejudicando mais em vez de ajudar na maioria das vezes.

Sabemos que por ausência de UTIs, poderia justificar-se a paralisação mais restrita, todavia, o problema também é a “ausência da UTIs”, investimento este que devido às grandes verbas, sequer foi começado em municípios pequenos do interior.

Uma UTI, por exemplo, com dez leitos, pode na construção com a aparelhagem, custar cerca de 2 milhões de reais. Um leito custa ao dia 2.000 a 3.000 reais. Nestas médias que temos a situação de investimento em combate emergencial. Em valores maiores. Claro que às vezes esses custos caem se for colocada uma UTI emergencial, ou até mesmo improvisada. Suponhamos cinco leitos. No entanto, os custos e investimentos não passam destas médias (vide: https://www.drgbrasil.com.br/valoremsaude/estimativa-de-custos-operacionais-dos-leitos-de-uti-adulto-em-consequencia-do-covid-19/ e https://www.unicamp.br/unicamp/coronavirus/quanto-custa). .

Não obstante, uma construção de uma UTI improvisada, a ser aproveitada depois em estruturas normais de hospitais, com doze leitos, estrutura de engenharia forte, três respiradores (a serem improvisados para mais de um leito), equipamento acessório, não ficaria por menos de 300 mil reais, o que facilitaria todo o investimento em cidades do interior.

Então, existiria a possibilidade de evitarmos as paralisações tais como hoje elas acontecem, desde quando houvesse investimento em profilaxias, consciência das comunidades em se educarem, para não haverem contaminações com todas as precauções adequadas, e investimento em imobilizações possíveis com as verbas dadas pelo governo.

*****

O vírus SARS ainda, está gerando problema no mundo inteiro.

Sabe-se dos problemas com a crise geral do Coronavirus, começada na China comunista (hoje pouco falada porque parece que está normal tal situação lá), todavia que causou problemas em todos os países do mundo, arrancando elogios aos países fechados pelo “pequeno número de contaminados”, visto que há também “um grande número” de controle de aviões, de tal sorte que se impedia efetivamente a circulação de pessoas nacionalmente (o chamado “ninguém entra e só sai quando eu mandar”). Se quase ninguém entra, como que então haverá pessoas contaminadas entrando? Mesmo assim houve casos nos países fechados.

Mas impressionante é que a política do lockdown no início tinha uma justificativa, que era a de retardar o avanço do vírus, de certa maneira seria tida como eficiente, porque parando tudo, poderia reduzir ou evitar progredir a circulação do vírus, por sua vez, simultaneamente, quem precisava circular e não sabia que não tinha o vírus, não poderia fazê-lo, e acabava se desempregando. Ao se apresentar a resolução com os poderes mágicos do Estado, se começou a tratar a pandemia não de modo técnico, mas absolutamente esdrúxulo e político. Como o Estado nacional que estava praticamente descapitalizado e quebrado conseguiria sustentar a todo mundo?

Pois bem, a situação não poderia ser pior do que aquela que começou no ano de 2020, praticamente no mês de Março. Mesmo sem colapso ainda do sistema de saúde, pararam tudo num prazo de 15 dias; depois foram se aumentando os prazos. E até hoje se mantém esta política a fim de “retardar” o avanço do vírus, se é que ficar em casa resolveria totalmente a questão.

As causas para evitar as doenças do SARS, não foram divulgadas e combatidas como deveriam neste ano por nenhum governante estatal, embora houvera esforços do guia da nação em apontar algumas alternativas com certa fundamentação, nenhum governador de Estado fez nenhum vídeo ou orientação para evitar o problema antes de remediá-lo, ou deixar saturar a situação. 

Concomitantemente, parecia que a grande mídia tinha a missão realmente de contradizer inteiramente qualquer proposta de profilaxia ou terapêutica do vírus, como até hoje discorda inteiramente que haja tratamento para o vírus.

O Brasil ao contrário, houve curados naturalmente, curados por remédios, curados pelos tratamentos, e curados até de forma incisiva (depois do entubamento), isto é, uma grande taxa de recuperados. Os casos confirmados foram de 11.122.429, pessoas recuperadas 9.843.218, em acompanhamento 1.010.841, óbitos 268.370 pessoas, portanto, uma letalidade de cerca de 2,41 % (dados de hoje, extraídos em https://covid.saude.gov.br/). Embora as mortes não tenham sido auditadas, o Brasil tem o maior número de recuperados do mundo.

O tratamento que vinha por meio de remédios, ou até mesmo por vitaminas, não fora preconizado, ele consistia basicamente em três ferramentas:

  1. Vitaminas específicas como a D e a C, para fortalecer o organismo contra o vírus. Também, substâncias como o Zinco;
  2. Um preventivo de remédios antivirais e antifungos que poderiam ser tomados por semana e por peso, para evitar também o desenvolvimento da doença;
  3. O tratamento precoce com base num coquetel peculiar, que os médicos poderiam receitar, tratamento este que feito nos primeiros dias da doença, recuperava inteiramente o paciente. Este tratamento, necessariamente, que gerou a recuperação das pessoas em poucos dias, ele destruía a evolução viral e a letalidade da doença naturalmente.

Estes tipos de tratamentos e profilaxias, foram utilizados pelos médicos em sua grande maioria, todavia, combatidos por alguns governadores, criticado duramente por alguns canais da mídias, estes que não sabemos porque, mas precisavam se opor a qualquer palavra do executor da despesa da nação brasileira (mesmo se as recomendações tivessem amparo em conclusões médicas).

Pois bem, nenhum governador propagou o tratamento precoce, inclusive com o uso de medicamentos tradicionais como a azitromicina, hidroxicloroquina, ivermectina, entre outros, próprios para crises agudas do pulmão, e inflamação dos brônquios, efeitos da doença.

Além disso, nenhum governador investiu na forma mais eficaz de combater o vírus:  O FORTALECIMENTO DO ORGANISMO PELO USO DE VITAMINAS.

Algumas poucas prefeituras conseguiram reverter a situação, comprando não apenas o coquetel de remédios e dispondo-os para a população carente, porém, recomendando o uso de vitaminas.

Contudo, a maioria das autoridades Municipais ou de Estado (com pouquíssimas exceções), não aplicou recurso na forma mais fácil de vencer o vírus sem quebrar a economia, que é o uso VITAMINAS, especialmente a D, um hormônio que combate e evita se contrair doenças virais.

Passado um ano, a mesma alternativa de lockdown, que não trata o vírus, apenas posterga a contaminação, está sendo utilizada por uma omissão clara da maioria dos governadores regionais, que foram confirmados pela autoridade judiciária suprema, em manterem a sua autonomia administrativa para combater o vírus, sem nenhuma intervenção gerencial da União.

A paralisação de tudo vai apenas procrastinar uma situação, gerando muito maiores problemas sociais, por conta de danos econômicos e financeiros.

Portanto, fica aí a crítica e uma opinião sobre o que deveria ter sido feito, que a autonomia hermética das unidades da federação não fez, e que concomitantemente gerou este tipo de bagunça, com intenções não de “preservar a vida”, mas “destruir a vida” pela destruição da economia e do emprego.

Ou seja, a falta de planejamento em casos emergenciais, prejudicou e muito a situação atual, visto que estamos voltando à paralisação, retornando à estaca zero, atrelada aos grandes interesses de alguns em provocar um colapso nacional por intenções políticas e partidárias, isso não há dúvida.

Talvez queiram que se quebre o limite das despesas públicas para se tentar fazer outro impedimento… Será?

Todavia, neste show de incompetência e cinismo, junto ao maquiavelismo destas omissões, agregado ao amor claro à tragédia e ao genocídio econômico, fora as negligências no setor da saúde, resulta neste modo satânico para favorecimentos políticos ideológicos.

 Isto só podia ser feito por uma massa desprovida de consciência, competente para a ingerência e incapacidade em produzir um mínimo de prevenção medica, em tempos raros como este, mesmo com verbas gigantescas.

Depois de um ano, mesmo com recursos altos nas mãos, não temos uma solução mínima para problemas fundamentais numa crise como esta. Fazer este lockdown sem planejamento, e com a ausência de perfeita aplicação de recursos para evitar a quebra da economia, é o grande fim da picada, e o troféu da incompetência e corrupção a todos estes gestores, que serão honrados com mais desemprego e uma carga de mazelas sociais provocadas por estas ações, que poderiam ter sido evitadas hoje, se houvesse administração eficaz durante o ano passado.

Eis o resultado das omissões em decisões públicas.

Rodrigo Antonio Chaves Silva

Rodrigo Antonio Chaves Silva

Contador, especialista em gestão econômica, Perito Judicial, Analista Patrimonial, Auditor, Consultor, ganhador dos prêmios internacionais de história da contabilidade Martim Noel Monteiro, de contabilidade financeira Luis Chaves de Almeida e Rogério Fernandes Ferreira, é autor de 27 livros, sendo 22 pela Editora Juruá, e mais de 350 artigos, imortal da Academia Mineira de Ciências Contábeis, e da Academia de Ciências Letras e Artes de Manhuaçu. https://profrodrigochaves.com.br/

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