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Economia Brasileira em condições de enriquecer os investidores

Uma economia com taxas de juros menores tem mais propensão ao consumo. Junto a isso, ao investimento privado, gerando fluxos de caixas maiores e com menor nível de incerteza.

A moderna teoria de finanças define que o valor de um ativo é somatório do valor presente das expectativas de fluxos de caixa. Descontados por uma taxa capaz de refletir a taxa livre de risco mais o prêmio de risco associado a este ativo.

Os juros menores

A partir dessa definição é possível considerar que o movimento de queda nas taxas de juros no Brasil tem a capacidade de tornar os investidores mais ricos, na medida em que está se descontando os fluxos de caixa dos ativos por uma taxa de desconto menor.

Este movimento de queda nas taxas de juros da economia brasileira vem sendo aguardado por muito tempo. Pois a estabilização da moeda, ocorrida em 1994, exigiu a necessidade de uma âncora monetária forte, com taxas de juros elevadas, para num segundo momento reequilibrar as finanças públicas.

Assim, para que as taxas de juros caíssem, era necessário, dentre outras coisas, a redução das necessidades de financiamento do setor público. Bem como da dívida pública e, por consequência, o aumento da eficiência do gasto público. Aí então, com juros menores, seria possível voltar a crescer sem gerar pressões inflacionárias.

No entanto, ao longo desse período, não houve um consenso acerca da necessidade do equilíbrio das contas públicas, sendo adotadas apenas medidas superficiais, sem atacar as causas do problema e travar os embates necessários.

Hoje enfrentamos um problema envolvendo a fraca atividade econômica com o mercado querendo por mais estímulos à economia, mesmo em período de mínimas históricas que pouco produzem causa/efeito em nosso ambiente doméstico.

Em um momento em que a Nação está rediscutindo os seus paradigmas de gestão pública seriam interessantes que buscassem um consenso em torno do equilíbrio fiscal e passasse a defender essa bandeira, nos munícipios, estados e União, pois a manutenção da atual tendência da taxa de juros depende muito da estabilidade fiscal.

A reversão da trajetória ascendente da dívida pública poderia redirecionar a liquidez que hoje financia os déficits governamentais das três esferas, para financiar a atividade produtiva, com exigências de taxas de retornos mais próximas dos patamares internacionais, valorizando os ativos brasileiros e tornando os investidores mais ricos e produtivos.

O impeditivo para tal medida de redução, à parte das questões internas, vem do cenário mundial, ao quais todos os países passam por um processo de redução nos juros repercutindo nas moedas emergentes como o Real. Por outro lado, à deterioração econômica pode ocasionar no movimento de refúgio à mercados mais seguros viabilizando a manutenção de juros a níveis mais elevados em busca de prevenção contra a disparada do câmbio.

Fonte: MARCO A. S. MARTINS

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