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Inteligência Emocional para lidar bem com o dinheiro

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Juliana Barbosa é Economista e Educadora Financeira. Especialista em Finanças Empresariais, Gestão Bancária e Gestão Empresarial. Membro da ABEFIN – Associação Brasileira de Educadores Financeiros. Sócia-Diretora da Cifrão Educação Financeira. Franqueada Dsop de Educação Financeira.Instagram |Podcast

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O dinheiro está por toda parte, afeta a todos nós e pensamos nele quase que o tempo todo!

Não acredita nesta afirmação? Então deixe-me fazer uma pergunta: Quando você acorda logo pela manhã, já planeja o seu dia e tem em mente alguns afazeres essenciais? Essa programação, na grande maioria das vezes é sobre otimização de tempo. O tempo é um ativo valiosíssimo. E o dinheiro está diretamente ligado ao tempo. Sabe por quê? Quando vendemos o nosso tempo, seja para um trabalho com carteira assinada, seja como autônomo ou profissional liberal, nós o estamos trocando por dinheiro. Logo, tempo e dinheiro caminham lado a lado.

O dinheiro circula entre nós a muito tempo. Acredita-se que a primeira moeda oficial foi criada por volta de 600 a.C. Mas nem por isso sabemos lidar tão bem com o dinheiro quanto deveríamos. Isso porque a educação financeira não é baseada apenas em números e nem é uma ciência exata. A forma como lidamos com o dinheiro está diretamente atrelada ao nosso comportamento e as nossas emoções.

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INFORMAÇÃO NÃO É O SUFICIENTE

Poupe hoje e invista para o futuro. Gaste com moderação para curtir a vida e atingir seus objetivos. Gaste menos do que você ganha. Cuidado com investimentos mirabolantes de ganhos altíssimos. Quem nunca ouviu, ao menos um desses conselhos?

Muitos de nós, não é? Então por que parece que essas regras não tem funcionado muito bem para a maioria das pessoas?

Cada pessoa, independentemente da sua cultura, tem necessidades básicas, tanto físicas (alimento, sono e exercício) quanto emocionais (segurança, atenção e interação). E em nossa sociedade moderna e industrializada, o dinheiro é uma das únicas coisas que toca e impacta cada uma dessas necessidades.

Se levarmos em consideração que o dinheiro é, ao mesmo tempo, essencial e dotado de tanta carga emocional, não é de se admirar que receba tanto de nossa atenção. E que tantas pessoas tenham relacionamentos tumultuados e abusivos com ele.

E O QUE FAZER ENTÃO?

Logo de imediato, posso te garantir que a solução é não nos concentrarmos em ganhar mais dinheiro, e sim em desenvolver um relacionamento mais saudável com ele.

Para melhorar a relação com o dinheiro é preciso coragem e vontade de mudar.

  • Pense quais são seus medos, seus sonhos, sua esperança quando o assunto é seu dinheiro. Pense na sua primeira relação com o dinheiro na infância, o que sentiu? Pense no que seus pais falavam sobre dinheiro com você e o que eles faziam com o próprio dinheiro. Pensar sobre vai te ajudar a desmistificar a sua relação com o dinheiro hoje.
  • Entenda o que de fato é o dinheiro. Dinheiro nada mais é do que um mecanismo para alcançar o que é importante para você. Dinheiro é um meio para realização de sonhos e objetivos.
  • Identifique o que é realmente importante na sua vida. Porque você vai começar a economizar? Ou por qual motivo já está economizando? O que você quer alcançar? Responder as estas perguntas te ajudará a descobrir como tornar sua relação com o dinheiro mais sadia.  Como sugestão para te ajudar nesse processo, sugiro que faça um quadro ou um painel com as suas metas. Escreva, desenhe, cole fotos, ilustre os seus sonhos.
  • Agora é o momento de começar a ter disciplina. Não é o que você faz, mas o que você mantém. Por isso começar a se relacionar de forma assertiva com o seu dinheiro precisa virar rotina em sua vida. A meta aqui é a frequência e não a quantidade. Comece devagar, aos poucos, mas comece. Comece a poupar, organize seu orçamento, faça projeções de investimentos. Não importa o valor que vai investir mensalmente, mas dar o primeiro passo e começar é primordial.
  • Seja generoso com você mesmo. Entenda que o seu valor não está ligado ao que você possui, ao seu saldo bancário ou ao seu patrimônio. Que o seu ser é muito mais valioso que o ter.

Mudar não é fácil, mas não mudar pode ser fatal. Pequenas mudanças de valores podem transformar a sua relação com o dinheiro de uma forma muito positiva.

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Inteligência emocional não é não sentir as emoções. Mas como eu uso e sinto as emoções e gero oportunidades de melhorar relacionamentos, inclusive o relacionamento com o dinheiro.

Até Breve!

Autor

Juliana Barbosa é Economista e Educadora Financeira. Especialista em Finanças Empresariais, Gestão Bancária e Gestão Empresarial. Membro da ABEFIN – Associação Brasileira de Educadores Financeiros. Sócia-Diretora da Cifrão Educação Financeira. Franqueada Dsop de Educação Financeira.Instagram |Podcast

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