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Gestora de fundo com alta de mais de 1.000% lista 5 motivos para um 2022 melhor

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Matérias por 1Bilhão – Educação Financeira; Fabrizio Gueratto; e Gueratto Press.

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Bolsa 2022

2022 vai ser melhor que 2021 no mercado de ações. É o que acredita a gestora Brasil Capital, que viu o fundo cair quase 20% no ano passado – um resultado que a deixou bastante frustrada. Contudo, o saldo ainda é positivo: o BC FIC FIA ainda acumula alta de 1.298,9% desde que começou contra “míseros” 156,7% do Ibovespa.

Quem ganhou tanto sabe muito bem que existe oportunidade para ganhar mais, será que é a hora de aumentar a exposição em bolsa. “Dados os acontecimentos no ano de 2021 que culminaram com uma fraca performance dos ativos de risco no Brasil, a pergunta natural poderia ser: os ativos estão num patamar de preço atrativo?”, indaga a gestora.

Mas responder isso não é fácil. “A resposta para essa pergunta nunca é tão simples e objetiva quanto gostaríamos”, completa, levantando cinco pontos que dão a entender que a resposta, na verdade, é positiva.

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1º: P/L historicamente baixo

O primeiro ponto, que tem dado o que falar, é que o P/L do Ibovespa está no seu patamar mais baixo em 20 anos. “O Ibovespa encontra-se num nível de Preço/Lucro bastante descontado historicamente, como demonstrado no gráfico a seguir, sugerindo alguma margem de segurança desde que as premissas do mercado estejam corretas”, afirma a gestora.

Se as empresas estão lucrando bastante e o preço das ações está baixo, de grosso modo isso significa que esses papéis estão baratos. Se os resultados melhorarem e as ações não subirem, vai ficar mais barato.

2º: Crescimento projetado baixo

Uma década de crescimento baixo parece ter traumatizado o Brasil, e o Ibovespa reflete isso. “Atualmente o mercado projeta que o crescimento será de apenas 0,9% ao ano até a perpetuidade, o que nos parece extremamente baixo. É bastante comum os investidores, inclusive em mercados desenvolvidos, extrapolarem para a década seguinte o ocorrido na década anterior – caso Brasil”, destaca.

Um crescimento de 0,9% é um patamar de crescimento muito, muito baixo. É um atestado de que o mercado acredita que o Brasil não vai dar certo nos próximos anos. Se o País tiver um desempenho melhor que esse, os resultados serão muito melhores.

3º: Projeção das gestoras são favoráveis

A Gestora projeta o retorno para cada empresa – e os números que eles estão vendo são positivos. “Historicamente nossa equipe de análise projeta o retorno estimado de cada um dos nossos investimentos. Ao agregarmos os retornos projetados de cada empresa versus sua alocação percentual nos Fundos, temos um retorno estimado para o Fundo em si. Nesse momento, nossa taxa interna de retorno projetada para os fundos ao longo dos próximos anos é de cerca de 30% ao ano, patamar que consideramos elevado historicamente”, destaca a gestora.

Mas eles acreditam que esse patamar é factível. “Ainda que seja um exercício teórico, utilizamos as melhores informações atualmente disponíveis para nossas projeções. Ao analisarmos nossas projeções históricas com retornos efetivos ao redor de 30%, encontramos legitimidade na conclusão de que elevadas projeções de retorno tendem, de fato, a se consolidar como bons investimentos”, completa.

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4º: O fluxo estrangeiro

Mais um ponto favorável para a bolsa é a entrada de estrangeiros. “Os gringos não desistiram do Brasil! Talvez nós tenhamos desistidos deles… Em 2021 o fluxo de capital estrangeiro para a bolsa no Brasil foi da ordem de US$ 13 bilhões considerando mercado a vista e ofertas públicas de ações (IPOs e follow-ons), patamar alto historicamente”, salienta.

Geralmente, o fluxo de estrangeiros é muito relacionado ao sobe-e-desce da bolsa nacional. A entrada do dinheiro de fora geralmente precede movimentos de alta por aqui, enquanto a saída pode resultar em quedas em um futuro próximo. O saldo positivo de US$ 13 bilhões, ressalta a gestora, não é pouca coisa.

5º: Recuperação pós-queda

Também há um ponto muito importante, que é a expectativa de recuperação dos anos seguintes – o mercado premia aqueles que são mais pacientes. “Historicamente, em anos de queda da Bolsa a inflação é consideravelmente alta, reflexo da deterioração macro e desvalorização cambial. Normalmente, nesses anos, a desvalorização nominal da Bolsa não apresenta valores muito altos (abaixo de -20%)”, salienta a gestora.

É o que a Brasil Capital espera para 2022. “Em 2021 a queda foi da ordem de 12% mas, como apresentado abaixo, historicamente as recuperações foram bastante substanciais. Parafraseando Charlie Munger, sócio do Warren Buffett, ‘o dinheiro grande não se faz na compra ou na venda, mas na espera’”, completa.

Mas ainda existem riscos substanciais

A Brasil Capital, porém, lembra que os sinais positivos podem, na verdade, não serem suficientes para levar a bolsa para cima. “Por outro lado, e como comentamos anteriormente, existem fatores de risco relevantes para os investidores atualmente, incluindo as eleições presidenciais de outubro de 2022”, alerta.

E essa inabilidade de acreditar no Brasil seja o principal fator para deixar a bolsa no patamar que está hoje. “Talvez por esse motivo, aliado ao frágil contexto macroeconômico, com juros projetados acima de dois dígitos e eventualmente recessão contratada para 2022, justifiquem quase que integralmente os níveis de preço atuais. Aparentemente, o Brasil mais uma vez caiu em descrença”, termina.

Felipe Moreno

Autor

Matérias por 1Bilhão – Educação Financeira; Fabrizio Gueratto; e Gueratto Press.

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