Gastos fiscais afeta mais as futuras gerações

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O gastos fiscais tendem a atingir com mais relevância as futuras gerações, estes são efeitos intergeracionais da política fiscal, envolvendo a condução que afeta a distribuição de recursos de hoje para o futuro.

O aumento dos gastos hoje deverão ser pagos – de alguma forma – no futuro. Portanto, se não vier através do retorno de investimentos virá através do aumento de impostos.

dinheiro, desde sua criação, gera dor de cabeça aos que não sabem usar. A maioria das pessoas possuem restrição ao dinheiro e acabam preferindo que gastar mais hoje, mesmo que isso comprometa gerações futuras.

Com relação ao governo, o aumento dos gastos hoje poderá vir a ser o aumento dos tributos mais adiante.

Gastos fiscais e os efeitos intergeracionais

O excessivo endividamento público ocasiona a insustentabilidade financeira, o que pode acarretar problemas às gerações futuras.

Quando se trata dos efeitos intergaracionais da política fiscal, estamos lidando não apenas com a questão previdenciária, mas também com o deficit público geral.

A discussão faz parte da abordagem ligada ao direito financeiro, uma vez que trata do direito daqueles que ainda sequer nasceram. Assim, considera-se que gerações futuras devem ser preservados de forma que sejam adotados limites financeiros que promovam a sustentabilidade econômica do Estado.

Este simples detalhe, permite mensurar determinadas decisões de hoje em prol do impacto sustentável e o rumo das possíveis consequências econômicas. O balanço e a metodologia também permite mensurar o impacto e adotar, em caso de necessidade, mudanças no rumo da política fiscal.

Segundo Malvar & Kotlikoff, é importante considerar a política previdenciária como um dos instrumentos que compõem a política fiscal do governo, de modo que é fundamental a verificação de como esse tipo de política vem sendo conduzida, afinal afeta a distribuição de recursos entre idosos e jovens do presente e também de gerações futuras.

O trabalho empírico de Malvar & Kotlikoff conclui que, no caso brasileiro, a dívida pública e o envelhecimento populacional unido ao declínio da taxa de fecundidade são a razão de gerações futuras terem que pagar mais ao governo.

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