Exuberância racional ou irracional?

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Ao criticar os rumos da economia norte-americana no final dos anos 1990, Alan Greenspan (presidente do FED, o Banco Central dos Estados Unidos) usou o termo “exuberância irracional”, chocando mercados com a repercussão. Era uma época de “bolha” na Bolsa local, desta feita com as ações vinculadas à internet. Não tardou e o professor Robert Shiller (Universidade de Yale), conterrâneo de Greenspan, escreveu o livro Exuberância Irracional (lançado em 2000), desenhando o funcionamento do mercado de ações. Ele anteviu bolhas, entre as quais a do subprime nos Estados Unidos três anos antes dela acontecer em 2008.

Na definição do Prêmio Nobel de Economia (2013), bolhas são “uma epidemia social em que as pessoas se movem pelo entusiasmo, disseminado de pessoa para pessoa, motivadas pela inveja de participar, de se aproveitar de supostas oportunidades de ganhar dinheiro”. E o próprio Shiller arremata: “No entanto, não são o fim do mundo”.

De tempos em tempos mercados financeiros e a economia como um todo são alvos de especulação. Não custa lembrar que a supervalorização do bitcoin, na virada de 2020 para este ano, ainda faz alguns olhinhos brilharem. Seria mais uma bolha a vista? Tem sido racional a valorização deste ativo? Enfim, é preciso aguardar mais um pouco essa resposta.

No mundo mais convencional, há que se destacar a performance das Bolsas de Valores, apesar de toda a crise sanitária internacional que derrubou mercados nos últimos meses. No caso específico da B3, a Bolsa brasileira (que obteve lucro líquido de R$ 4,2 BI no ano passado, representando 53% de alta sobre o exercício anterior), a sensação é de que “agora a coisa vai”. Encerrado abril, os quatro primeiros meses do ano registram 22 IPO´s na B3, em que foram movimentados mais de R$ 25 bilhões dentro do universo de 3,5 milhões de investidores.

Para uma instituição que tentava quebrar a inércia até pouco tempo, os tempos são alvissareiros, porque em um simples exercício para anualizar estes números de 2021, pode-se esperar que a Bolsa de Valores do Brasil vire o ano perto das 500 companhias listadas. A festa dos IPO´s deve durar até bem mais tarde (bate na madeira três vezes). E cabe aqui ainda um registro especial: a privatização da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos), do Rio, que passou pela B3 também, no último dia de abril, movimentando outros R$ 22,6 BI. Em resumo, já passaram pelos balcões da B3 perto de R$ 50 bilhões neste primeiro quarto de ano com tais operações (inclusos os portos, também no período).    

Em uma visão macro, de país, é preciso tornar esta exuberância racional. O Brasil sabe que NYSE e Nasdaq somadas têm 6.500 companhias listadas, Alemanha 3.800 e a Coréia do Sul passa das 2.000, a exemplo da Austrália. O Brasil sabe também que tão importante quanto o número é o valor dessas companhias; tudo isso conta. O que o Brasil não pode perder de vista, para que não sucumba a uma exuberância irracional, são os seus 14,4 milhões de desempregados e outros 5,9 milhões de desalentados (que pararam de procurar emprego) – segundo o próprio IBGE, órgão de governo. Ter uma população equivalente a um “Portugal e meio” vivendo de favor, ou sabe-se lá como, não sustenta exuberância nenhuma por muito tempo.  

PIB

Em post veiculado no sábado, dia 1º, pelo Acionista, a gestora Rio Bravo alerta para a possibilidade de uma recessão técnica no horizonte. A Rio Bravo prevê queda de 0,5% no PIB do 1TRIM e estabilidade no 2TRIM.

A aposta na recuperação está vinculada à velocidade da vacinação contra a Covid-19, com o que a economia vai sendo gradualmente retomada. Por ora, o cenário ainda gera incertezas.

CEDAE

Três dos quatro blocos leiloados da CEDAE, a companhia de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro, foram arrematados na sexta-feira última, na B3. O consórcio liderado pela Aegea levou dois blocos (por R$ 15,4 BI) e o outro participante, liderado pela Iguá, ficou com um bloco (de R$ 7,2 BI). Ao final, a operação obteve ágio de 113,2% sobre o valor mínimo estipulado.

Sobrou o bloco 3 do leilão, relativamente à Zona Oeste do Rio. Oficialmente não está claro o desinteresse mas… agentes de mercado comentaram que nenhum consórcio quis entrar no negócio por temer problemas com as áreas de influência da milícia.

ALÍVIO

Politicamente travada, com manifestações de funcionários públicos, sindicatos e liminares na Justiça, a privatização da CEDAE era muito aguardada. Com o novo marco do saneamento, sancionado em 15 de julho do ano passado, foi possível o negócio.

Quem esteve rindo à toa com o resultado, na própria sexta, foi o ministro Paulo Guedes, agora mais estimulado e aliviado.  

IPO

Na véspera da CEDAE, 29, a B3 viveu outro momento histórico. Foi a conclusão do IPO da CAIXA Seguridade (ticker CXSE3), um dos aguardados na semana, por se tratar de um super player de seguro no país.

O movimento ficou na casa dos R$ 5 Bi.

BOA

No mesmo dia da Caixa tivemos o IPO da Boa Safra Sementes (ticker SOJA3). Ela foi, então, a 190ª companhia listada no Novo Mercado. Foram captados R$ 400 MM pela produtora de sementes de soja, milho e feijão.

DIGITAL

Foi de R$ 1 BI e 21 MM o levantamento do Modalmais (ticker MODL11) com a abertura de capital.  O banco digital entrou no Nível 2 da B3. É sucessor do Banco Modal, fundado há 25 anos, e tem 1,2 milhão de clientes.

DR

A Kora Saúde resolveu ter uma “DR” (discutir a relação) com o mercado e dar um tempo no seu processo de IPO, que deveria ser concluído também na semana que passou. Motivo: nem todos os elogios recebidos pela noiva eram verdadeiros. No fundo o mercado quer mais desconto e a Kora acha que merece ser mais valorizada. 

ÍNDICE

Entrará em vigor nesta segunda-feira, 3, a nova carteira do Índice de Resiliência Climática (ICDPR70), produto de parceria técnica entre o CDP e a Resultante ESG. Objetivo do índice é aprimorar a metodologia e fomentar o aumento na transparência da gestão climática das empresas listadas brasileiras.

A principal mudança este ano é a alteração na nota mínima para elegibilidade das companhias de C (nível de consciência da agenda climática) para B- (nível de gestão empresarial sobre a mudança), no questionário do CDP.

CARTEIRA

Integram o novo ICDPR70 as seguintes empresas: B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão; Banco do Brasil S/A; Banco Bradesco S/A; Grupo BTG Pactual; Braskem S/A; Grupo CCR; Companhia Energética Minas Gerais – CEMIG; CPFL Energia AS; Cia Paranaense de Energia – COPEL; COSAN S/A Industria e Comercio; Duratex S/A; Ecorodovias Infraestrutura e Logística S/A; Centrais Elétricas Brasileiras S/A (ELETROBRAS); EDP – Energias do Brasil S/A; Gerdau S/A; Itausa S/A; Itaú Unibanco Holding S/A; JBS S/A; Klabin S/A; Lojas Renner S/A.; Movida Participações As; Marfrig Global Foods S/A; MRV Engenharia e Participações; Natura Cosméticos AS; Cia. Brasileira de Distribuição (CBD) Grupo Pão de Açúcar; Petróleo Brasileiro SA – Petrobras; Rumo; Banco Santander Brasil; Suzano Papel & Celulose; Tim Participações S/A; Ultrapar Participações S/A; Vale AS; Telefônica Brasil S/A.

O CDP informa que a participação de empresas avaliadas com notas A e A- (que representavam 17,75% da carteira inicial em 2020) aumentou para 51,32% em 2021.  

ICMS

Entidades do mercado de capitais divulgam Carta Aberta enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a questão do ICMS na base do PIS e da Cofins. Os subscritores entendem que o ICMS não integra a base de cálculo do PIS/Cofins e que uma eventual revisão da decisão, já tomada, ora provocada por recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR), traria prejuízos a todo o mercado.

Assinam a carta as seguintes entidades: ABRAPP; ABRASCA; ABVCAP; AMEC; ANBIMA; ANCORD; APIMEC; CFC; GETAP e IBRACON.  

VIA

A Via Varejo, dona das marcas Casas Bahia, Extra, Ponto e Bartira, agora será apenas Via. A companhia renovou seu logotipo e posicionamento de mercado. Antes, tinha feito algo semelhante com o Pontofrio, agora só Ponto.

RI

O Conselho da Sul América aprovou o nome de Clóvis Poggetti Jr para o cargo de Diretor Vice-Presidente de Controle e Relações com Investidores.

Com 29 anos de atuação na área financeira, ele passou pela Cielo e Vasta (controladora dos sistemas da Cogna) como CFO.

ARTIGO

O Novo Contrato Social. Agenda de urgência na Pós-Pandemia.

(*) Ingo Plöger

A terceira onda da pandemia é muito pior que a primeira. Não só os efeitos da contaminação são mais virulentos, mas a exaustão da população, pelo distanciamento social, e o seu poder de resiliência pessoal e econômica chegou ao limite. Raras vezes presenciei na minha vida, a fome e a miséria tão próximos de nós. A velocidade com que vacinamos está aquém da velocidade de contágio, com a consequência de exaustão hospitalar, e colapsos nos atendimentos intensivos, e com cenários assombrosos, de possíveis colapsos funerários. Os administradores locais, tomam medidas para reduzir o contágio, e assim evitar situações extremas, mas a consequência econômica para a população de baixa renda, sem emprego formal, ou de micro empresas são devastadores. O pequeno comércio, os pequenos negócios, que reúnem até 9 pessoas, com perfil familiar, representa 2/3 dos negócios em nossa Região. Não há suporte econômico razoável ou suficiente que possa mitigar o risco, de sobreviverem economicamente.

Este cenário incrivelmente negativo, mas possível, durará enquanto a pandemia estiver no seu auge, e no nosso caso da América Latina durante todo o ano de 2021. Cenários de várias instituições financeiras, preveem uma retomada da economia no 3º Trimestre 3QT21, outros para o quarto trimestre 4QT21; onde o consumo voltara a reagir com vigor. Essa é uma boa notícia, sendo que 2022 será ainda melhor, se soubermos nos prevenir com vacinações permanentes. Então, o nosso problema se resume a 6 meses? Depois entramos em modo de recuperação? À primeira vista, parece ser isto. Mas estruturalmente não será esta a consequência do pós-pandemia. Sairemos bem mais pobres, com concentração de riqueza maior, menos globais e mais digitalizados.

A pobreza absoluta mundial aumentará brutalmente pós 2021. O índice de fome mundial será muito maior, e as estruturas sociais, a rede social frágil para muitos, se romperá de várias maneiras. A instabilidade econômica, e principalmente a social, trará consigo radicalizações políticas e com ela a possibilidade de revoltas sociais. Não é por menos que teremos neste ano algumas Cúpulas de Chefes de Estado debatendo a questão Alimentação (2021 World Food System Summit, Tokio Nutrition for Growth), a retomada econômica e a questão do Clima (COP26) 1). Neste painel do Latin Trade já levantamos a questão do reset the mindset em 2020 2), e tivemos a reunião virtual em Davos, exatamente com este foco. Klaus Schwab um arguto observador das tendencias, em sua alocução de abertura no World Economic Forum WEF, colocou que devemos buscar rapidamente um Novo Contrato Social, no mundo 3). Observa que a concentração de capital e da pobreza ao mesmo tempo, mesmo antes da pandemia já merecia forte atenção, na pós-pandemia então se torna um Fator Crítico de Desenvolvimento Global.

Os Grandes Contratos Sociais que tivemos na história, ocorreram por eventos disruptivos. Na era pré-industrial, entre 1870-1900, posteriormente com o comunismo se alastrando no mundo a partir de 1920-1950. Com a queda do Muro de Berlim, iniciaram-se aprimoramentos globais, mas de forma muito tênue. Com a chegada da Revolução Digital 4.0, o sistema de trabalho mudou substancialmente a relação trabalho, renda e capital, porém não foram suficientes para uma formulação de um Novo Contrato Social. Mas a pandemia é um choque, a nível global, de profundos impactos, que coloca as questões de pobreza, riqueza em lados extremos. O mundo na pandemia, mais digital, mudou a nossa forma de trabalhar, conviver, estudar, divertir enfim viver.

O mundo pós-pandemia não será igual. No momento só estamos improvisando. Embora tivéssemos todas as condições de modernizar e atualizar a relação de trabalho, de renda, pela educação acelerada, pela inovação digital e por uma nova gestão na saúde, dos negócios, pequenos ou grandes, o enraizamento mental de soluções e padrões antigos vão fazer com que estas transformações sejam muito dolorosas e difíceis. Pensamos que a forma antiga de resolver os problemas será suficiente para as novas situações. O empobrecimento severo estará localizado nos países em desenvolvimento e os desenvolvidos terão maiores vantagens comparativas para superarem este flagelo 4). A recente reunião do FMI mostra esta disparidade, que está deixando os presidentes dos Bancos Centrais muito preocupados 5). A pauta dos EUA, no momento, é agilizar a vacina, de maneira espetacular e logo retomar a vida normal de economia e convivência social. Os EUA serão os primeiros a se saírem muito bem neste ano. A União Europeia sairá mais tarde, pela sua burocracia e falta de pragmatismo em gerenciar soluções eficazes, mas ficará bem. A China, Japão e Coréia, pela disciplina inerente e pelos regimes diferentes, conseguirão soluções bem satisfatórias. A Índia, África e América Latina serão os últimos a saírem. Países menores, vão sair tarde, não porque não conseguem pagar, mas por não terem o acesso a vacinas em tempo. Isto demonstra quão pouco a solidariedade internacional de fato funcionou. Cada um pensou na sua solução doméstica. Desde o começo, poder-se-iam pensar em soluções mundiais, mas não houve liderança com estas qualidades.

Nós, empresários, sabemos que sem um Novo Contrato Social, no qual temos um papel relevante, teremos grandes problemas. Mas um Novo Contrato Social sairá de quem? Daqueles que se saíram melhores ou piores da crise? Economicamente falando teremos um endividamento mundial muito maior, que deixa os economistas preocupadíssimos, pela instabilidade, que se traduzirá em inflação, juros, pagamentos de dívidas, assunção de prejuízos entre outros. Para quem continua a realizar o Monetary Easing (EUA e Europa) as suas moedas se enfraquecerão e a dos outros países terão valorizações, como nós na América Latina, reduzindo sua capacidade competitiva, e assim terão que apertar o cinto um pouco mais… Portanto, as soluções para um Novo Contrato Social deveriam sair destes países mais fragilizados, mas… serão ouvidos? Terão soluções compartilhadas? … Penso que não e, portanto, os embates serão bem mais acentuados, difíceis, e enquanto tivermos as instituições democráticas operando bem, estes embates serão duros, mas com o grande risco da radicalização política, para qualquer lado.

Em recente webinar do CEAL, a opinião geral era que tínhamos sim instituições democráticas fortalecidas, porém lideranças despreparadas para a atual situação. Portanto, será difícil a liderança política iniciar este processo, o que coloca a sociedade civil em posição de sair na frente do debate por um Novo Contrato Social. Não é por menos que na Região da América Latina vários países têm a pressão da revisão constitucional, que lhes dá a oportunidade de mudar de um país de privilégios, para uma nação de oportunidades. Esta é a chamada de um livro recém-lançado no Brasil de um dos mais renomados e respeitados juristas, Modesto Carvalhosa 6). Este Novo Contrato Social deverá contemplar uma revisão da ordem política, social e econômica, aproximando o povo de seus liderados, fortalecendo pela digitalização os processos decisórios nos partidos, nas administrações públicas, e privadas, pela liberdade, inserção, transparência, flexibilidade. Teremos, sim, por mais polêmico que seja repensar a renda mínima, para dirimirmos a fome e a miséria de nosso continente. Aumentar a participação civil, privada e limitar a ação do Estado. Redefinir a questão central da soberania, para aumentar a solidariedade e a integração regional. A nova forma de trabalho, flexível, digital e presencial, fortalecer as pequenas empresas, iniciativas e inovações em todos os campos. Moedas mais interligadas e se fortalecendo para uma integração por investimentos, a relação comercial mais ágil, justa e fácil. Ter o mundo digital a nosso favor, na inovação social, educacional, ambiental e na ordem jurídica, dando transparência, agilidade e acesso.

Este debate precisa ser iniciado o mais rápido possível, e quanto maior for a sua representatividade menor será o seu desgaste e custo social de longo prazo. Não deve ser apenas um debate dos países em desenvolvimento, mas o envolvimento dos países desenvolvidos será de grande relevância. Precisamos envolver nossas instituições supranacionais, o BID, CAF, OEA entre outras. Até porque estas transformações quanto mais compartilhadas, menos injustas serão, no acesso a mercado e de justiça social e solidariedade. É um debate institucional dos organismos internacionais e das instituições democráticas dos países, de nós empresários e do cidadão latino-americano, enfim de VOCÊ! Precisamos começar agora! 1) Food Systems Summit | United Nations, Postponement of the Tokyo Nutrition for Growth Summit 2020 – Nutrition For Growth, HOME – UN Climate Change Conference (COP26) at the SEC – Glasgow 2021 (ukcop26.org) 2) Reset the Mindset, https://latintrade.com/2020/04/28/stop-reset-your-mindsetbefore-you-continue/ 3) WEF, The Global Risk Report 2021, 16th Edition. And Klaus Schwab ,

(*) Ingo Plöger é o CEO da IP Desenvolvimento Empresarial e Institucional. Engenheiro e economista, atua como estrategista empresarial e institucional. É presidente do Capítulo Brasileiro do CEAL – Consejo Empresarial de America Latina, entidade presente em 15 países.

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Nelson Tucci

Nelson Tucci

Repórter em veículos como Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo, atuou também como apresentador do programa ECO Negócios, na ECO TV. É MBA em Comunicação e Relações com Investidores e diretor na Virtual Comunicação.

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