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ESG na estratégia dos C-levels

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Os anos de 2020 e 2021 serão lembrados pelo advento de uma pandemia com características globais que de alguma forma impactou a vida de todos ao redor do mundo. Não somente estamos enfrentando um problema epidemiológico, mas também de reestruturação e readequação no nosso modo de agir, consumir e até mesmo de fazer negócios. A pandemia promoveu um movimento histórico, ficamos isolados, envolvidos na maior crise sanitária já vivida, ao mesmo tempo, vivenciamos, a maior corrente de ação humanitária dos nossos tempos. Oramos por todas as vidas perdidas, pelos profissionais da saúde, imploramos pelas vacinas que foram produzidas em tempo recorde. Repensamos nossos hábitos, valores e exercitamos de forma muito intensa a solidariedade.

Neste contexto vimos empresas, governos, associações, ONG´s, unidas na priorização da saúde e integridade de seus colaboradores, exercendo com maestria seu papel social perante a sociedade e comunidades, reforçando o compromisso com as questões relacionadas ao meio-ambiente, ao bem-estar da sociedade e aos padrões de governança, fundamentados pelos 3 pilares doo ESG (Environment, Social and Governance).

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E nesta onda é impossível não falar do mercado financeiro, entre os movimentos de altos e baixos da bolsa de valores, tivemos movimentos inéditos como o aumento de 400% das ofertas públicas iniciais de ações (IPO, em inglês) de empresas brasileiras, registrado até agosto/2021 quando comparado com o mesmo período de 2020, conforme os dados da Bloomberg.

E com tantos assuntos importantes, mais uma vez o ESG entra na pauta dos CEO´s e CFO´s. e desta vez de forma definitiva. É inconteste que a implantação das melhores práticas em ESG é mais do que urgente, devido a limitação dos recursos naturais – solo, clima e biodiversidade – dentro da nossa sociedade onde cada vez mais as pessoas buscam respeito e responsabilidade no seu consumo. Estando assim tudo interligado, crescimento consistente das empresas e entrega de valor à sociedade. Quando falamos “Social” e de pessoas – é papel dos C-levels disseminar uma cultura organizacional e promovendo programas de Inclusão e Diversidade, impulsionar a diversidade em níveis hierárquicos de gestão, implementar a gestão de talentos e programas de aceleração. No tocante à Governança – visão transparente e confiável nos processos internos, bem como das contribuições das empresas em busca da geração de valor a longo prazo a todos os stakeholders.

Agora, vamos contextualizar, em 2015, a ONU criou a Agenda 2030, que é um plano de ação para o desenvolvimento sustentável mundial, ampliando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Essa agenda compila 17 objetivos e 169 metas a serem seguidos pelos 193 estados-membros da ONU. Dentre as 17 ODS estão os temas da erradicação da pobreza, fome zero e agricultura sustentável, saúde e bem-estar, educação de qualidade, igualdade de gênero, água potável e saneamento, energia limpa e acessível, consumo e produção responsáveis e redução das desigualdades.

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Agora e com você! Já incluiu na sua pauta estratégica o ESG e os ODS?

Claudia Dantas

CFO na TopDown Consultoria & Projetos S.A. Executiva com sólida experiência em FP&A, M&A e governança corporativa, especialista em gestão financeira em projetos nacionais e internacionais (Brasil, México e Estados Unidos). Graduada em Administração de Empresas, pós-graduada em Gestão de Negócios – FGV, MBA Executivo pela – FAAP e certificada pelo IBGC para atuar como Conselheira de Administração, Membro W-CFO e Angel Investor Mulheres no Comando

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