Empréstimo para pequenas e médias empresas pode tirar o Brasil da crise do coronavírus?

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tweet
Compartilhar no linkedin
Publique
Compartilhar no whatsapp
Encaminhe
Compartilhar no email
Envie

Newsletter

Tire dúvidas sobre investimentos

Receba notícias pelo Telegram

Terra

“É capaz de ajudar a fomentar a economia, pois estamos tomando crédito e a quantidade de empréstimos com taxa de juros menor pode ser positiva, mas por outro lado pode causar ainda mais inadimplência”

Em meio às incertezas econômicas desencadeadas pelo novo coronavírus (covid-19), 5,3 milhões de pequenas empresas se viram obrigadas a fazer ajustes financeiros em suas operações, e 10,1 milhões tiveram que interromper as atividades durante um período indeterminado.

Diante deste grande impacto, nas últimas semanas, o Governo Federal cedeu a grande quantidade de solicitações de crédito e aumentou o limite do Pronampe, programa de empréstimos para empresas de pequeno porte, liberando para os bancos públicos uma linha de R$ 16 bilhões.

Recentemente, o presidente da Caixa Econômica Federal ainda anunciou que existem mais de R$ 5 bilhões pré-aprovados em crédito destinados a pequenas e médias empresas.

Daniela Casabona, Sócia-Diretora da FB Wealth, explica que pode ser bom para auxiliar os pequenos empresários e a população, mas também pode causar inadimplência.

“É capaz de ajudar a fomentar a economia, pois estamos tomando crédito e a quantidade de empréstimos com taxa de juros menor pode ser positiva, mas por outro lado pode causar ainda mais inadimplência, que aumentou em relação ao coronavírus, fazendo o risco de crédito ficar maior”.

Sobre os bancos privados estarem começando a integrar o programa, diz que a tendência é que a linha de crédito seja menos rígida. Casabona complementa que o risco das pessoas não conseguirem pagar a médio/curto prazo é grande, mas acredita que a longo prazo é bastante benéfico.

“Como ainda vivemos momentos bem incertos em relação a economia e ao coronavírus é difícil projetar se a pessoa irá conseguir sair do buraco nesse curto prazo”.

Fabrizio Gueratto, Financista do Canal 1Bilhão Educação Financeira, ressalta que o grande problema antes era que essa ajuda não chegava na última ponta, então não adiantava serem feitos anúncios sendo que na etapa final ninguém conseguiu crédito.

“Além disso, é um crédito de risco, um risco maior ainda num país em crise. Porém, esse risco também é necessário para que as instituições assumam um papel social na economia. Os bancos públicos têm justamente essa função social, não é apenas financeira. O Banco do Brasil, por exemplo, incentiva o agronegócio e, assim como foi fundamental para o crescimento desse setor no Brasil, é preciso olhar agora para as pequenas e médias empresas”, conclui.

Advertência

Declaramos que o Portal Acionista.com.br não se responsabiliza pelas informações divulgadas neste site e qualquer outro canal, tanto referente às matérias de produção própria , quanto matérias ou análises produzidas por terceiros ou reproduzidas de links autorizados, publicados nas nossas páginas a partir de uma seleção criteriosa, porém sem garantir sua integralidade e exatidão.
Matérias e  análises produzidas por terceiros são de inteira responsabilidade dos mesmos. As informações, opiniões, sugestões, estimativas ou projeções referem-se a data presente e estão sujeitas à mudanças conforme as condições do mercado, sem prévio aviso.
Informamos, ainda, que o Acionista.com.br não faz qualquer recomendação de investimento e que, portanto, não se responsabiliza por perdas, danos, custos e lucros cessantes decorrentes de operações financeiras de qualquer tipo, enfatizando que as decisões sobre investimentos são pessoais.
Importante lembrar sempre: ganhos passados, não são garantia de ganhos futuros.

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email

Leia também