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Não, você não leu errado e nem eu escrevi de forma incorreta. O cuidado que se deve ter e que está representado na frase é com o que chamamos de Falácia dos Custos Irrecuperáveis. O quê????

Calma, que já explico. Na psicologia econômica, estuda-se a racionalidade(ou a falta de) para a tomada de decisões e a verdade é que sempre achamos que tomamos decisões estritamente racionais, mas isso não é verdade.

Cometemos erros sistemáticos baseados em nossos mecanismos automatizados, gerados por nosso inconsciente e a falácia dos custos irrecuperáveis é um destes erros. 

Para que o entendimento seja mais fácil, imagine que você estivesse indo a um bar a noite com os amigos e descobrisse, próximo ao meio do caminho, que o bar está fechado. O que você faria? 

Você desistiria de ir até lá e voltaria para casa ou escolheria outro local para ir, certo? Isto seria uma decisão racionale ela ocorreu porque você estava sob baixo impacto emocional e, a parte lógica do seu cérebro é que está no controle, dessa forma avaliou a melhor opção e tomou a decisão. 

Porém quando se investe dinheiro, mas o investimento começa a ir de mal a pior, sem perspectivas de melhora e consequentemente o mesmo naufragar é comum as pessoas pensarem “JÁ QUE eu coloquei meu dinheiro aqui é melhor deixar até a situação melhorar”.

Esse pensamento indica a prática deste erro sistemático, pois do ponto de vista financeiro, o dinheiro já foi investido, a probabilidade de perdas maiores existe (o custo irrecuperável, neste caso) e persistir pode significar ainda mais prejuízos. 

O importante é analisar o potencial de valorização do ativo e não se apegar sentimentalmente a situação que se apresenta.

Isso se aplica em outras situações: uma pessoa escolheu um curso universitário e depois alguns anos percebe que não gosta realmente daquela profissão mas pensa: “JA QUE eu vim até aqui, vou estudar os 2 anos que faltam para pelo menos ter o diploma”. 

Neste caso a pessoa está “perdendo” estes 2 anos que poderiam ser utilizados em outras atividades ou em outro curso, mas a pessoa prefere continuar do jeito que está mesmo sabendo (por uma resposta inconsciente) que nunca irá atuar naquela profissão.

Portanto, liberte-se do passado, coloque o foco no presente e cuidado com o “Já que”. Decisões erradas devem servir de aprendizado e não de prisão.

Quais decisões você está empurrando e não toma por causa do “Já que…”?

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