O Banco Central do Chile elevou sua taxa básica de juros em 1,5 ponto porcentual, de 4,0% para 5,5% ao ano, informou nesta quarta-feira, 26, a instituição. A decisão foi unânime entre os membros do Conselho e representou um aumento maior do que o firmado no mês anterior.

Em comunicado emitido após a reunião monetária, os dirigentes afirmam que a economia mundial perdeu parte de seu dinamismo, mas que as perspectivas para este ano mostram maiores mudanças.

Eles pontuam que a alta de casos da covid-19, significativa em diversos países, acarreta em uma menor mobilidade e que seus efeitos para atividade foram levados em consideração.

O BC chileno pontuou as pressões inflacionárias pelo mundo e maiores riscos geopolíticos, em especial na Europa, com tensões entre Rússia e Ucrânia.

No que diz respeito à economia chilena, os dirigentes observam que os níveis de incerteza “continuam elevados” na comparação histórica e as taxas de juros de longo prazo mantêm um diferencial relevante em relação a seus pares externos. Tanto o peso chileno quanto a bolsa subiram cerca de 5%, enquanto as taxas de juros a curto prazo aumentaram em resposta à inflação mais alta e às expectativas de taxas de política monetária mais elevadas, diz comunicado.

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