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A pobreza do discurso político em nosso país

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Prof. Rodrigo Antonio Chaves da Silva,

Professor visitante da Universidade de Sevilha/Espanha, escola Ratiocinandi Scientia, profrodrigochaves.com.br

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Nós infelizmente estamos em último lugar na educação do mundo. Se 80% dos que formam hoje no ensino médio são analfabetos funcionais, imagine no local em que de cada 3 pessoas 2,6 são corruptas? Infelizmente o discurso político em nosso país é muito pobre. É uma busca de cargos. É um jogo de poder. É uma busca de interesses, não temos dúvida disso.  

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Ora, existe discurso político em nosso país? 

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Um político de um partido consegue discutir com o outro sem xingamentos, e depois conseguem manter o grau de amizade? Conseguem discutir os problemas teóricos e práticos e propor soluções? E após as discussões, conseguem manter modelos adequados para a gestão pública? 

A resposta, infelizmente, para todas as perguntas, é não.

A mente política em nosso país, especialmente a mais sectária, mesmo sendo formada por adultos, raciocina de um modo apenas: “nós somos os bons, os outros são piores”. “Se o meu partido ganha tá tudo bom, se o outro perde aí nós vencemos”. Isso é um tipo de autoritarismo. É uma ditadura disfarçada. E claro, o pano de frente é mentiroso. O que se reconhece é uma hegemonia de grupos ideológicos e viciados, do que grupos republicanos e técnicos.  

Infelizmente 99% dos políticos não discutem a política como a mãe da ciência social, como aquele conhecimento que reúne direito, engenharia, administração, contabilidade, economia. Não! Pensam em apenas subir no palanque e vencer com “promessas inexecutáveis”. O resultado é um país quebrado, cheio de “portadores da solução”, mas que nunca fizeram nada, e nem sabem fazer, contudo, nos enganam pela “ilusão da salvação” que não tem, mas sabem muito bem prometer a “igualdade social”, que para eles, é uma turma rica e o restante pobre, ou o uso da pobreza para se manterem no poder, sem criar verdadeiras ferramentas de liberdade e igualdade econômica e social.  

Quer dizer, o nosso discurso é pobre, é pobríssimo, é paupérrimo. Não tem valor, porque não visa a gestão.

Fora a discussão partidária que é uma verdadeira patifaria.

Poucos partidos no Brasil são sérios. A maioria são mais seitas ou “religiões” que partidos. Eles devem uma reposta à sociedade que não o fanatismo. Eles devocionam os seus líderes corruptos como se fosse deuses, quando na verdade, são os mais pobres de espírito dos seres racionais.

Ainda se pensa em discutir determinadas ideias, com as figuras velhas da políticas, aquelas que roubaram e deixam roubar, como se elas tivessem a chave da solução da mão, mesmo sendo corruptas, obstante, em verdade, o correto era tirá-las do cenário político e termos uma renovação. Contudo, estes mesmos membros da seita, preferem as mesmas maças podres do cenário atual.  

Algum partido tem a capacidade de salvar a alma de alguém? Algum partido tem a solução da sociedade? Se você disser “sim”, infelizmente é um analfabeto político. Isso é uma grande mentira. Todas as decisões a nível de governo com grau partidário, foram absolutamente travestidas de coisa boa, porém, sem sustentabilidade, e ao mesmo tempo foram bode expiatório para manterem partidos no poder. O resultado é que elas não duraram a não ser por poucos anos. As que estão durando, não vão durar muito.

Ora, será que há adeptos e crentes da religião gramisciana, a ponto de se pensar que o partido é um ser onipresente, que quem critica o meu partido tem que ser o meu inimigo? Sem dúvida que se comprova isto, por tal, temos a pura vigarice humana. 

Por isso que o discurso do Brasil é isso: “fora aquele ou esse”, é apelidar o outro, xingar o outro, criar estereótipos, e mantê-lo numa posição de verdadeiro inimigo. Ora quando não se tem argumentos, a solução é partir para a ignorância. Discordância não se pode fazer. “Eu respeito mas tenho que censurar o outro”. É a verdadeira mentira do que se diz respeitar a liberdade democrática. É mais uma ideia bitolada, de ditadores frustrados, que não chegam a lugar nenhum. 

A política virou um tipo de militância que não faz bem pra ninguém.

 Aliás, se você ver na história, a militância política foi a desgraça da humanidade, ela criou o ateísmo ativista que matou cerca de 300 milhões de pessoas diretamente em tempos de paz. Ela matou o próprio povo desarmado. Ela quem criou a tortura e a lavagem cerebral. Todos os maiores bandidos da história foram militantes. Eram espíritos maus desse tipo de “religião”. No Brasil o nível de política é este. De coisa que não presta. Por isto que os maiores problemas não são vistos. É uma espécie de “vasco contra flamengo”, na disputa do poder. 

As discussões políticas apresentam problemas adequados à nossa sociedade? Elas demonstram o que está errado? Não. Embora haja discussões do maior nível ainda no cenário nacional, elas são raras.

Há discussão de melhor controle público, de alteração das leis, da proteção contra as fraudes de licitação, do roubo, dos conluios ilícitos, das panelas que se formam numa prefeitura, dos grupinhos públicos? Alguém já pensou em transformar os cargos do legislativo e executivo em técnicos e não vitalícios? Alguém consegue manter hospitais e asilos bem providos? Não há ainda este tipo de discussão. É só acusar sem provas, e xingar sem motivo. As instituições tendem a quebrar, e os bolsos dos políticos ficarem cada vez mais fartos. 

Por fim existem modelos de gestão pública? Por quê então aparece tanto ódio e ataque contra gestores e empresários que ganham o poder político? É porque a classe política não consegue fazer isso. Não sabe gerenciar. Só sabe xingar. Os partidaristas continuarão loucos na sua visão de “salvação humana” sendo que não administram nem as finanças próprias.

 A classe mais corrupta do Brasil é a dos políticos, todavia, é tratada como se fosse a panaceia do cenário nacional. Enquanto uma das mais honestas que é a dos empresários, é tratada como a escória da administração.

A maioria dos políticos nada administra, quando entram no poder não sabem o que fazer, passaram uma vida sem trabalhar direito, nunca administraram nada e ficam como que perdidos com a administração nas mãos. Este é o retrato da maioria dos casos em solo brasileiro.  

O que um político fez para que pudéssemos acreditar nele? 

A única coisa que conseguem fazer é reclamar e colocar a culpa no outro. Se coloca a culpa do que se fez no outro, e depois querem ganhar o poder dizendo que têm a solução, que durante um largo período não apresentaram e nem mostraram ter. Se coloca a salvação da perda que eles provocaram.

 É isso que leva o Brasil pra frente?

É como sempre repito: o discurso político do Brasil sempre vai ser um discurso péssimo e pobre, a verdadeira política não se faz aqui, infelizmente. 

E quando se repete uma coisa que um político fala, fala, e não mostra o que está errada? Não pense você que está fazendo um bem para a sociedade, você está fazendo papel de um verdadeiro repetidor!

Rodrigo Antonio Chaves Silva

Rodrigo Antonio Chaves Silva

Contador, especialista em gestão econômica, Perito Judicial, Analista Patrimonial, Auditor, Consultor, ganhador dos prêmios internacionais de história da contabilidade Martim Noel Monteiro, de contabilidade financeira Luis Chaves de Almeida e Rogério Fernandes Ferreira, é autor de 27 livros, sendo 22 pela Editora Juruá, e mais de 350 artigos, imortal da Academia Mineira de Ciências Contábeis, e da Academia de Ciências Letras e Artes de Manhuaçu. https://profrodrigochaves.com.br/

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