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A língua pátria e valor nacional

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Prof. Rodrigo Antonio Chaves da Silva

(Ainda estamos na semana da pátria é interessante produzirmos artigos sobre o valor nacional)

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Os poetas e escritores nacionais foram os melhores e maiores do mundo.

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Não só no campo literário, mas no campo científico, como o caso de José da Silva Lisboa, no ramo da contabilidade e ciências econômicas. Ainda no século XVIII.  

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Todavia, na poesia e literatura, temos diversos contistas, escritores, dramaturgos, novelistas, e eruditos.

Podemos citar Padre Antonio Vieira, Castro Alves, Machados de Assis, Lima Barreto, Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Linspector, Mário de Andrade, Graciliamo Ramos, Manuel Bandeira, Gustavo Corção, Cecília Meireles, Monteiro Lobato, Paulo Setúbal, Jorge Amado, João Cabral de Melo, Guilherme de Almeida, Olavo Bilac, e outros mais.

Este último citado, dava um conselho do que seria a noção de pátria aos brasileiros:

“A LINGUA PORTUGUESA – Em grande parte, o vocábulo nacional é filho não do homem, mas da terra… Assim, a língua faz parte da terra. Se queremos defender a nacionalidade, defendendo o solo, é urgente que defendamos também, e antes de tudo, a língua, que já se integrou no solo, e já é base da nacionalidade.

Meus companheiros, o Brasil precisa do trabalho e da dedicação de todos os seus filhos. Nós homens de pensamento e de palavra, de inteligência criadora e de cultura educadora, devemos ser os primeiros defensores do nome nacional, os bandeirantes da nossa honra e os escoteiros do nosso ressurgimento”.

Veja bem, o vocábulo é sinal da terra, da pátria. O primeiro sinal da grandeza nacional está no uso da língua, em se LER E ESCREVER, atividades básicas, porém, as mais sublimes que um cidadão pode ter.

Ter conhecimento é saber LER e conseguir colocar no papel o seu pensamento, ou SABER ESCREVER. Isso é conhecimento. A partir dessas atividades mentais todas as outras se transparecem fáceis.

Como o país ainda, lamentavelmente, anda nos últimos lugares na cultura, é mister termos a visão do que seria a cultura em matéria de desenvolvimento.

Ler a poesia nacional faz bem para a alma, e revivesce o corpo, de tal maneira que nos faz ter orgulho de ser o que somos, brasileiros de nascimento e coração.  

Vamos penetrar num trecho da poesia de Guilherme de Almeida:

PRECE A ANCHIETA

Santo: Erguestes a cruz na selva escura;

Herói: plantastes nossa velha aldeia;

Mestre: ensinastes a doutrina pura;

Poeta: escrevestes versos sobre a areia!

Golpeia a cruz a foice inculta e dura;

Invade a vida multidão alheia;

Morre a voz santa entre a distância e altura;

Apara o poema a onda espumejante e cheia…

Agora vejamos um poema, dois estrofes, de Paulo Setúbal:

OS COLONOS

Lá vem o dia apontando…

Que afã! Já todos de pé!

Ruidosos, tagarelando,

Vão os colonos em bando

Para os talhões de café.

À luz do sol que amanhece

Por montes, por barrocais,

Por toda a parte esplandece,

Com sua esplêndida messe,

O verde dos cafezais!

Agora um ouro trechinho da poesia de Cecília Meireles:

CANÇÃO DA TARDE NO CAMPO

Caminho no campo verde

Estrada depois de estrada.

Cercas de flores, palmeiras,

Serra azul, água calada.

Eu ando sozinha

No meio do vale

Mas a tarde é minha

Temos outros grandes gramáticos do pais como João Ribeiro, Maximiano Augusto Gonçalves, Alpheu Tersariol e muitos outros.

Todos eles são heróis da pátria, e do valor maior nacional que é a língua, deveriam ser leitura obrigatória nossa todos os dias, e ainda mais na escola para os jovens em formação.

Precisamos de mais escritores abnegados como estes, para favorecer-nos na visão real de evolução da pátria pelo enaltecimento do idioma nacional.  

Rodrigo Antonio Chaves Silva

Rodrigo Antonio Chaves Silva

Contador, especialista em gestão econômica, Perito Judicial, Analista Patrimonial, Auditor, Consultor, ganhador dos prêmios internacionais de história da contabilidade Martim Noel Monteiro, de contabilidade financeira Luis Chaves de Almeida e Rogério Fernandes Ferreira, é autor de 27 livros, sendo 22 pela Editora Juruá, e mais de 350 artigos, imortal da Academia Mineira de Ciências Contábeis, e da Academia de Ciências Letras e Artes de Manhuaçu. https://profrodrigochaves.com.br/

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